Quarta, 21 Novembro 2018

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Encontro de Eduardo Bolsonaro com Steve Bannon Foto: Reprodução

A vitória de Donald Trump em 2016 apareceu para uma boa parte da esquerda e até para uma parte da direita como uma surpresa. Nós já tínhamos analisado essa questão, basicamente a partir de 2015, no nosso antigo site “gazetaoperária.com”. Apontávamos, em maio de 2016, que o desenvolvimento dessa eleição era um jogo de cartas marcadas, como um circo montado.

Na eleição de Hillary Clinton, como candidata do Partido Democrata, apontamos uma série de manobras para que ela fosse imposta como representante natural dos banqueiros, das petrolíferas, de todo o setor do complexo industrial e militar.

Bernie Sanders candidato “Socialista” do Partido Democrata aparecia como uma espécie de marionete. Donald Trump também foi se impondo em cima dos candidatos direitistas republicanos até conseguir se impor e chegar como candidato definitivo.

Nessas eleições houve uma grande manobra onde Trump perde no voto popular por 3 milhões e vence no número de delegados. Porque nos Estados Unidos existe um mecanismo para a eleição de presidente por meio de delegados.

Muito interessante é que dos 1200 delegados do partido Democrata, por exemplo, quase 800 não são eleitos, são super delegados, são designados, ou seja, é um sistema bem pouco democrático para o que seria, supostamente, a "maior democracia do mundo".

Fraude eleitoral e Fake News

Essa situação tem bastante semelhança com a situação que nós vivemos hoje no Brasil, onde o candidato Bolsonaro foi sendo imposto por uma série de manobras a partir da pressão da Lava Jato e da capitulação da direita centrista e da esquerda integrada ao regime, principalmente o PT.

Na eleição de Donald Trump houve uma grande fraude eleitoral. No estado de Massachusetts havia urnas eletrônicas e urnas manuais. Nas urnas manuais que representavam 40% do total, Trump perdeu em todos os lugares, mas ganhou nas urnas eletrônicas e com isso se elegeu mesmo estando com 3 milhões de votos a menos que Hillary Clinton.

Esse tipo de manobras não somos nós que estamos denunciando, mas o comitê eleitoral do partido Democrata, que fez uma grande denúncia e imediatamente após as eleições voltou atrás e não falou mais nisso. Passou, então, a direcionar sua artilharia contra a Rússia denunciando que esta havia interferido na campanha de Trump e no resultado das eleições.

Aqui a situação de fraude nas urnas é muito semelhante aos Estados Unidos. Ninguém engole o fato de que candidatos que estavam em 4.º lugar nas pesquisas, no Paraná, no Rio e em Minas, subiram para 1.º lugar, assim, do nada! E que figurões do PT, do MDB, etc., não foram eleitos apesar de estarem disparados na frente. No Paraná, o senador Roberto Requião, que havia somado votos de Ciro Gomes e Haddad em mais de 32%, acaba recebendo 12% dos votos.

Tudo isso é um absurdo e é óbvio que as eleições brasileiras foram fraudadas, mesmo porque é o único país do mundo em que o sistema das urnas eletrônicas não permite auditoria. Esse sistema conta, inclusive, com a cumplicidade do PT que confia cegamente na lisura do sistema a ponto de solicitar ao TSE que todos os pedidos de ilegalidade nas eleições e questionamento das urnas eletrônicas sejam rejeitados.


giphyoutuveAssista: Quem vencerá o segundo turno das eleições e por que? [Youtube/Gazetarevolucionaria] 

 
A crise econômica pressiona por governos de direita

Por trás da eleição de Trump havia a grande crise aberta desde o governo de George Bush com as guerras do Iraque e do Afeganistão e que atingiu seu ápice com a crise global de 2008.

Obama teve de aplicar uma série de medidas para favorecer os trabalhadores que tinham sido colocados contra as cordas no governo Bush. Medidas cosméticas tais como o Obama Care, que é a extensão da saúde para os trabalhadores, e alguns outros benefícios para a educação sem que, na essência, o complexo militar e os bancos e as petrolíferas fossem afetados.

Trump assume o poder com um gabinete ministerial superconservador, com um elemento mais reacionário que o outro: Steve Bannon, assessor de campanha que levou Trump à vitória; Michael Flynn, conselheiro de segurança; Steve Nutin, secretário do Tesouro. Desse gabinete original de Trump não sobrou praticamente ninguém.

Hoje é uma troika de generais quem governa os Estados Unidos. Os "cachorros loucos", fascistoides de Trump, que corriam por fora do aparato do Partido Republicano, foram todos colocados para fora e substituídos por gente do chamado Deep State (Estado Profundo).

Isso é muito importante porque é o que temos aqui no caso de Bolsonaro. Da mesma forma que Trump, Bolsonaro aparece como um candidato folclórico, meio bobão, pode-se dizer assim, só que por trás tem Paulo Guedes, que é um Chicago Boy, ultra neoliberal da escola de Chicago, querendo privatizar tudo, até a própria mãe, e um general de 4 estrelas, general Mourão, que tem influência sobre o serviço de inteligência.

Ou seja, temos uma situação muito semelhante à de Trump onde se tinha os ultraconservadores, mas quem acaba governando e controlando o governo é gente ligada à extrema direita vinculado ao Deep State norte-americano: o FBI, o Pentágono, a CIA, a NSA, todos eles ligados aos grandes monopólios norte-americanos que controlam o mundo.

giphyoutuve Quem elegeu Bolsonaro? https://www.youtube.com/watch?v=ejbhA0l2zzs

Fortalecer a direita para aumentar a exploração aos trabalhadores

É certo que houveram essas manipulações eleitorais, tanto nos EUA como aqui e que também fabricaram notícias falsas, as Fake News, mas esses personagens não fizeram nada sozinhos, tiveram por trás grandes interesses, grandes monopólios, que têm como objetivos aplicar um grande ataque contra os trabalhadores e impedir que esses se mobilizem em resposta a esses ataques.

Trump começou atacando os imigrantes e os muçulmanos. Um detalhe importante, se tirar a palavra imigrante e colocar a palavra judeu e se tirar a palavra muçulmano e colocar a palavra comunista, têm-se Hitler pintado. Trump começou com o muro contra os mexicanos e houveram protestos enormes, gigantescos, em todo o país, e as mobilizações que foram chamadas pelo partido Democrata, ultrapassaram seu controle.

As famílias que controlam o mundo esvaziaram o governo Trump e, praticamente, deram um golpe de Estado colocando no governo os conservadores que tinham levado Bush à guerra do Iraque e os generais "cachorros loucos", como o que é hoje secretário de Estado, como o vice-presidente e vários outros.

Muito parecido com o que ocorreu com o PT que chamou mobilização contra o impeachment de Dilma. Essas mobilizações foram gigantescas, mas a partir de março de 2016 o PT esvaziou os protestos, com medo das massas nas ruas, apesar de controlar a CUT, o MST, a UNE, etc.

Ou seja, o que aconteceu foi um esvaziamento do trumpismo, transformado por um golpe de Estado e substituído por elementos do Hard Core, do Núcleo Duro da política.

As 150 famílias que controlam o mundo

Fizemos uma matéria que mostra um estudo do Instituto de Tecnologia de Zurique, na Suíça, que afirma que existem 150 famílias que controlam os monopólios a partir de 28 grandes grupos financeiros que controlam o mundo. Estes, por sua vez, controlam 100 multinacionais que controlam mais 1000, que controlam mais 30 mil. Essas famílias se reúnem uma vez por ano por meio de uma instituição secreta chamada Bilderberg para estabelecer a política local, regional e mundial.

Nesse esquema das 150 famílias que mandam no mundo não está descartado que no Brasil venha a acontecer uma coisa parecida à de Trump, na qual Bolsonaro seja tirado fora a qualquer momento e assuma em seu lugar o general Mourão.

Isso também será contraditório porque as Forças Armadas não têm condições de aplicar uma política tão extremista como Paulo Guedes quer fazer, ou seja, entregar até a última gota de sangue dos trabalhadores.

Vimos nos últimos dias declaração de Bolsonaro defendendo bolsa-família, pegando mais leve com a Petrobrás, etc. Então, temos uma situação de grande crise que está contando com a cumplicidade da esquerda aqui no Brasil, da mesma maneira que contou nos Estados Unidos com a cumplicidade dos socialistas chamados Sanders e que era uma maquiagem para a política pró monopólio da qual Hillary Clinton era a representante natural do partido Democrata.

A diferença era que o partido Democrata estava jogando para ganhar e, no final, os monopólios impuseram primeiro a vitória de Trump e depois deram um "cala a boca" nos democratas quando o comitê de campanha começou a se manifestar denunciando a fraude.

Há um grande acordo para eleger Bolsonaro

As eleições no Brasil são um jogo de cartas marcadas, Lula na cadeia, fraude eleitoral, etc., etc. No início, uma grande campanha para impulsionar Paulo Guedes, o ministro norte-americano de Bolsonaro, além do general Mourão que também quer privatizar tudo. Tem de ver se vão realmente fazer isso porque, na prática, está se formando uma frente única com todo mundo torcendo pela vitória de Bolsonaro, a começar por Haddad.

Haddad não coloca nada na campanha que possa mobilizar os trabalhadores para vencer Bolsonaro. A única maneira de vencê-lo seria mobilizando as massas para lutar contra todos os ataques da reforma trabalhista e da Previdência, contra as privatizações, etc.

Durante todo o segundo turno, Haddad priorizou construir uma frente com os partidos da direita, que não decolou. Assim, se afastando da base lulista que lhe garantiu a presença no segundo turno, preparou a vitória de Bolsonaro.

E essa política foi pensada e aplicada justamente para não ganhar. Deixar que um governo Bolsonaro se desgaste enquanto o PT e os outros oportunistas permaneçam na oposição “responsável”, de olho em 2022.

Por isso chamamos o voto nulo nessas eleições golpistas, que não passam de um circo eleitoral.
Chamamos a denunciar todos os ataques do imperialismo e a denunciar a capitulação do PT.
E afirmamos que a única saída contra todos esses ataques é a mobilização dos trabalhadores na rua.

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