Domingo, 16 Dezembro 2018

haddad13

É corrente nos meios de comunicação de massas a afirmação de que as eleições deste ano são diferentes das anteriores. E de fato, as eleições não são normais, pois acontecem no meio de um processo de golpe de Estado em andamento e em aprofundamento. São eleições conduzidas de tal maneira que justificam e dão fôlego ao golpe. São, portanto, eleições golpistas.

O pleito é totalmente controlado e manipulado pela mão de ferro do imperialismo norte-americano, na intenção de conduzi-lo conforme os interesses dos monopólios internacionais. Assim, não é pra menos que o candidato que iria vencer no primeiro turno foi condenado em duas instâncias judiciais sem provas em tempo recorde, encarcerado e impedido de concorrer sob a égide de uma lei claramente inconstitucional.

O capital financeiro não confia em Bolsonaro

O imperialismo, por absoluta falta de opção, chegou a sinalizar um possível apoio à candidatura de Jair Bolsonaro, principalmente em função de o cérebro da economia do candidato do PSL, o banqueiro Paulo Guedes, ser um homem de confiança dos monopólios e que defende os postulados da Escola de Economia de Chicago, ultraneoliberal.

Mas isso se deu, principalmente, no período de indefinição da candidatura do PT, com a demora em definir Haddad como o candidato no lugar de Lula. E quando Haddad estava com 4% nas pesquisas. Então, nesse período houve um namoro dos monopólios com Bolsonaro.

Porém, após o fracasso eleitoral do atentado suspeito contra Bolsonaro, da facada que sofreu, parece que o imperialismo vem mudando de postura. O suposto atentado tinha por objetivo criar uma comoção nacional e projetar a candidatura do capitão aposentado para que vencesse no primeiro turno. Mas tal não aconteceu. No máximo, o episódio serviu para evitar a queda nas pesquisas e estabilizar a candidatura num patamar pouco abaixo dos 30%.

Em contrapartida, aumentou a rejeição ao candidato. Com o crescimento rápido de Haddad e a consequente polarização entre os dois, ficou claro a impossibilidade de vitória do capitão no 1º turno. E a última pesquisa do IBOPE coloca a  possibilidade de Haddad vencer Bolsonaro no 2º turno por 43% a 37%.

Nesse momento o imperialismo começa a se desfazer de Bolsonaro. Na verdade, este nunca foi o candidato natural do imperialismo que apenas  se aproximou da candidatura do capitão aposentado por absoluta falta de opção, pois desde o começo não havia conseguido emplacar seu candidato, que seria um outsider antissistema, representante do mercado financeiro e com uma máscara de bom moço.

Isso não deixa de provocar uma relativa crise no processo golpista, pois a disputa eleitoral é uma tática importante de guerra híbrida que os órgãos de inteligência e espionagem americanos não conseguiram aplicar na sua plenitude. E essa realidade é assim, no Brasil, devido, em primeiro lugar,  à crise política que vivem os EUA, com as trapalhadas do governo Trump, em função da crise econômica mundial que é muito grande.

E também pelas características do regime político brasileiro, com setores regionais historicamente agarrados ao poder no comando de várias instituições da República. Pela polarização em função do golpe e da crise econômica  que detonou um verdadeiro salve-se quem puder entre os partidos. Tudo isso levou a que se abafasse a possibilidade de se criar uma candidatura outsider viável.

Campanha aberta para desconstruir a candidatura do capitão

whashingtonpost.fwOutro perigo visto pelo capital financeiro internacional em relação a um futuro governo Bolsonaro é que a sua enorme rejeição poderia facilitar que se produzisse um levante contra o governo. Na primeira medida antipopular e antidemocrática, o movimento de massas poderia estourar de uma forma violenta e descontrolada, por exemplo, com distúrbios, saques e quebra-quebra. Situação esta que poderia se combinar com um movimento de caminhoneiros ou com ocupações no campo e na cidade,  provocando uma grande desestabilização no país. E desestabilização é tudo o que o imperialismo não quer.

O principal sinal da mudança de postura do imperialismo em relação às eleições no Brasil veio de Londres. A matéria de capa da revista THE ECONOMIST, de 20 de setembro, afirma que “Jair Bolsonaro é a mais recente ameaça da América Latina”, desqualificando o capitão, prevendo que seria “um presidente desastroso”.

Não é que os grandes monopólios estão divididos nessa questão. Outras publicações que representam a burguesia internacional vão no mesmo sentido:

FINANCIAL TIMES, na edição de 16 de setembro, questiona se Bolsonaro e Paulo Guedes vão ter condições de cumprir as promessas sem maioria no Congresso, e afirma que é preciso outro presidente que tenha sintonia com o Congresso pra poder passar as reformas;

financialtimesTHE GUARDIAM, de 25 de setembro, traz uma matéria que afirma que “Bolsonaro pode arrastar o Brasil de volta à ditadura”, destacando o manifesto dos intelectuais contra o capitão, o grupo do facebook “Mulheres contra Bolsonaro” e a campanha # ELENÃO;

THE WASHINGTON POST, de 21 de setembro, pergunta se “O Brasil está prestes a eleger seu próprio Trump?”;

THE NEW YORK TIMES, de 24 de setembro, diz que Bolsonaro se enfrenta com as mulheres. O diário também destaca a campanha #ELENÃO.

Esses órgãos representam os monopólios internacionais e dão a dinâmica para toda a imprensa mundial. Fica claro que eles não têm confiança de que um governo Bolsonaro possa aplicar o ajuste sem ter maioria no Congresso e correndo o risco de provocar um levante popular e inviabilizar de vez a aplicação dos planos do imperialismo.

Esses órgãos imperialistas, com a “crítica” a Bolsonaro, implicitamente, dão apoio à candidatura de Haddad. Não é um apoio aberto, porque em última análise o pleito não está definido e também não seria inteligente. Pode-se dizer que há um empate técnico entre Bolsonaro e Haddad. Mas a campanha para desconstruir Bolsonaro só beneficia o candidato do PT.

A mídia tupiniquim adere à campanha imperialista

Essa mídia imperialista influencia a grande mídia golpista no Brasil. Não é à toa que começaram a surgir notícias negativas e abordagens contraditórias em relação ao capitão.

folha2018A FOLHA DE SÃO PAULO, de 25 de setembro, desenterrou um telegrama do Itamaraty de 2011 em que a ex-mulher de Bolsonaro acusa o capitão de tê-la ameaçado de morte. E isso repercutiu como campanha  em todos os meios de comunicação, e, inclusive, durante toda a semana não se encerrou o assunto. Agora, a REVISTA VEJA teve acesso ao processo de separação onde sua ex-mulher o acusa de furto de cofre, ocultação de bens  e “desmedida agressividade”.

O GLOBO ONLINE, de 26 de setembro, traz matéria que afirma o seguinte: “Guru de Bolsonaro defendeu reforma da previdência semelhante à de Temer”.

O site da FOLHA DE SÃO PAULO, de 26 de setembro, na capa, iniciava com três matérias relativas a Bolsonaro, todas negativas:

  1. a) Comentando a pesquisa IBOPE/CNI de hoje, em manchete, afirma que “Bolsonaro segue líder, mas perde para Haddad, Alckmin e Ciro no 2º turno”;
  2. b) Logo abaixo a seguinte matéria: “Presidente do partido de Bolsonaro intervém no diretório paulista e expulsa secretária”;
  3. c) E na sequência: “Moral e Cívica traz valores não compatíveis com a Constituição”.

No ESTADÃO ONLINE, de 26 de setembro, tem a seguinte matéria: “Filho de Bolsonaro divulga foto com simulação de tortura em rede social”.

Todas são notícias negativas. E tem muito mais. Desde esta última semana há uma campanha permanente na grande mídia nacional para desconstruir a candidatura Bolsonaro em sintonia com a grande mídia internacional.

Crise na candidatura Bolsonaro

theguardian.fwToda essa campanha fez aumentar a crise interna da candidatura com desacerto entre Bolsonaro, Paulo Guedes e o general Mourão. A lista é grande, mas aqui vamos citar apenas a última crise com o general Mourão. A última pérola do general Mourão foi uma declaração em palestra realizada na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana, RS, de que o décimo terceiro salário e o abono de férias são “jabuticabas brasileiras” que só fazem aumentar o custo do trabalhador aos empresários.

Bolsonaro imediatamente Twittou desde o leito hospitalar que "O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição). Criticá-lo, além de uma ofensa a quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição".

Após, a campanha da coligação PSL/PRTB vetou a participação de Mourão nos debates de candidatos a vice que se realizarão na próxima semana e teve a agenda de eventos cancelada. Também se cogitou a hipótese de trocar o vice e até se especulou nomes como o de Janaína Paschoal e o do príncipe Orleãns e Bragança. Até Fernando Haddad interveio na crise e sugeriu a troca do vice do adversário. O problema é que já expirou o prazo para a troca do vice e se corre o risco de o TSE impugnar a chapa.

Haddad, o preferido pelos grandes bancos internacionais

Então, alguém pode perguntar: mas não é uma contradição, o imperialismo apoiando Haddad e o PT? Na verdade, Haddad não é PT e nem o PT é PT. É tudo fantasia e manipulação plantada na cabeça das pessoas. De que Haddad e o PT são de esquerda ou até de extrema-esquerda. O PT defende um programa capitalista de tipo social democrata, defende a manutenção da propriedade privada e é a favor de conceder migalha para calar a boca dos pobres, por meio de programas assistencialistas paliativos.

E não podemos esquecer que Haddad está localizado ainda mais à direita que o PT. Um futuro governo Haddad estará localizado no centro, juntamente com o Centrão, PDT, PMDB e PSDB. E até é bem provável que tenha ministros até do PSDB no futuro governo Haddad.

Semelhantemente ao governo Lula de 2003, que manteve todos os contratos realizados entre o governo FHC e os bancos internacionais, Haddad vai manter todos os contratos do governo Temer com os banqueiros. A diferença é que no governo Lula tinha os recursos do altos preço das matérias primas. E no governo Haddad a crise econômica já é fenomenal. O que obriga a patronal e o governo de plantão  a explorar ainda mais os trabalhadores.

Ainda, a modo de comparação, há semelhança com a eleição francesa do ano passado. Emmanuel Macron uniu a esquerda e a direita para vencer Marine Le Pen da Frente Nacional, de extrema-direita, no 2º turno. Num movimento de  “todos contra Le Pen”. E qual foi o resultado? Um governo Macron que se revelou ser um governo dos banqueiros internacionais.

Agora no Brasil tentam repetir o mesmo movimento. Todos com Haddad contra Bolsonaro (o elemento da extrema-direita). Daí vai surgir um governo Haddad ligado diretamente aos banqueiros internacionais.

Se com o Lula "os bancos nunca antes na história desse país lucraram tanto", com Haddad a ciranda financeira será maior ainda.

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