Quarta, 21 Novembro 2018

presidenciaveis

O fato mais relevante dessa semana foi o debate dos candidatos à Presidência da República na TV Bandeirante, que ocorreu sem a presença do representante do PT, principalmente do ex-presidente Lula, que se encontra preso, mas que está liderando as pesquisas.

A avaliação geral desse debate sob um ponto de vista que pretende analisar os fatos mais profundamente do que eles aparentam na superfície revela que a crise política no Brasil é gigantesca. Os candidatos que estiveram presentes fizeram um verdadeiro papelão. As candidaturas da direita, todas em crise, são muito fracas e com quase nenhum apelo popular.

Bolsonaro e Alckmin disputando pela direita

Bolsonaro, segundo colocado nas pesquisas, na tentativa de se apresentar como candidato da extrema direita, mas com clareza do que está fazendo, dando sugestões, etc., tentou aparecer como uma espécie de "freirinha" de extrema direita. Um papel confuso, pouco convincente e não como aquele de cachorro louco que ele costuma desempenhar com mais tranquilidade. Um papel basicamente ridículo.

O papel de Alckmin foi muito confuso também, ele quis se apresentar como um candidato mais moderado que Bolsonaro, mas tentando ganhar fatias do eleitorado da extrema direita. E é o que tem se repetido no mundo inteiro como, por exemplo, com Sarkosy, quando disputou há duas eleições atrás com Marie Le Pen, da extrema direita, na França, que é uma das cinco potências imperialistas do mundo. E aqui é a mesma política. Alckmin tentou apresentar ótimos números na segurança pública de São Paulo, mas sabemos que são artificiais porque tem acordos até com as facções criminosas como o PCC.

Também tem o problema de que o Brasil está submerso numa crise econômica brutal e não vai ser usando esse tipo de maquiagem que vai dar alguma perspectiva para o país.

O Centrão abandonou Meirelles e Ciro e fechou com Alckmin

O candidato do governo, Henrique Meirelles já nasce desmoralizado por conta dos grandes ataques da extrema direita contra o governo Temer e pelo fracasso da própria política desse governo em crise. O único trunfo que conseguiu apresentar foram os 10 milhões de empregos criados quando era ministro de Lula e que, segundo este, não foi o governo petista que criou, mas o Banco Central dirigido por ele. Acontece que Meirelles não conseguiu apoio do Centrão, que ficou com Alckmin.

O Centrão é o conjunto dos partidos mais fisiológicos, ligados, principalmente, ao municipalismo e a interesses caudilhistas, que o imperialismo está tentando massacrar pelo menos desde 1988, com a fundação do PSDB. Devido a que estes partidos, que são a maioria no Congresso Nacional, tornam o controle do Brasil caro e incerto. O imperialismo quer direcionar esse dinheiro para seu próprio bolso.

O problema é que Alckmin, para avançar na sua candidatura, que se encontra em crise com as denúncias da Lava Jato, por exemplo, na DERSA entre outras, se aliou ao Centrão. Mais que isso, ele foi "ungido" pelo Centrão como seu chefe. No meio de tanta crise, essa candidatura tem muitas dificuldades para avançar.

A extrema direita não conseguiu se unificar em torno de uma candidatura forte

A participação de Álvaro Dias, que seria o candidato da Lava Jato, ex-senador do Paraná pelo PSDB e agora senador por um partido insignificante chamado PODEMOS, foi hiperapagada, sem apresentar nada para o eleitor.

As candidaturas principais da extrema-direita estão todas pulverizadas. O próprio vice do ex-capitão Bolsonaro, general Mourão, que fez várias declarações "à la cachorro louco" e que, por esse motivo,  foi rebaixado de posição no exército apesar de que agora se encontra aposentado, faz parte de um dos pequenos partidos da extrema direita. A mesma coisa que o outro general supostamente legalista, que foi o chefe da invasão brasileira no Haiti, general Heleno.

Temos um espectro todo dividido e que não consegue estruturar uma candidatura forte, em torno da qual consiga juntar a direita como um todo.

Marina Silva é uma candidata que tenta gerenciar o chiqueiro sem entrar no chiqueiro, fazendo o papel de segunda voz como já fez nas últimas eleições, para tentar salvar o PSDB de não ir para o 2.º turno.

O grande destaque como farsa tragédia desse debate que não revela o tom foi a participação do cabo Daciolo, ex-membro do PSOL, que agora, obviamente, evoluiu para a extrema direita e que aparece como uma espécie de Tiririca.

O PT, pela primeira vez, ausente de um debate de presidenciáveis

Tivemos a grande ausência do PT. Como tudo na vida é dialético, tudo é contraditório, poderia se considerar esse como um grande trunfo da extrema direita e do imperialismo o fato de Lula não estar ali. De fato, é um trunfo, mas ao mesmo tempo, é uma derrota porque revela fraqueza total. Por exemplo, o que faltou nesse debate foram os ataques contundentes contra Lula. A crise que se armou no governo Dilma em 2015 poderia ter sido toda ela jogada nas costas de Lula, porque Dilma foi uma criação sua, da mesma maneira que Haddad.

Nesse sentido, poderiam ter sido feitas críticas muito contundentes e duras em cima dessa campanha anticorrupção da Lava Jato, como por exemplo, na questão do mensalão, da questão da Petrobras, etc.

Dessa maneira, o PT perdeu a oportunidade de se apresentar ao eleitor. Ele aparece sem ser atacado diretamente porque tentam ignorá-lo apesar de Lula estar disparado na frente nas pesquisas eleitorais, principalmente no nordeste . Em estados como Alagoas, onde está aliado a elementos clássicos do Centrão como Renan Calheiros, está com quase 60% das intenções de voto mesmo estando na cadeia. Ele acaba sendo meio que blindado.

Existe a possibilidade meio que irônica que o PT, com essas amarrações todas que tem feito, vá ao 2.º turno e, pior ainda, com Alckmin. Essa possibilidade não está descartada. Seria um 2.º turno de altíssima crise porque o que está colocado no Brasil é aplicar um grande ataque contra os trabalhadores. Esse é o ponto central que a maioria dos analistas e da esquerda nem sequer abordam.

A política do imperialismo é aprofundar o golpe

O Brasil tem dono, que é o imperialismo norte americano, que agora está tentando apertar ainda mais o controle e a espoliação do país por conta da crise mundial. Porque no capitalismo, todos os negócios são para estabilizar a taxa de lucros das grandes empresas, que viram seus lucros caírem violentamente a partir da crise de 2008, quando os mecanismos para controlar essa crise começam a se esgotar em 2012. A partir daí os lucros entram em queda e o endividamento generalizado no mundo toma proporções apocalípticas.

Não é um problema moral. É um problema que o imperialismo precisa de uma ferramenta estruturada a partir do Estado brasileiro para poder impor ataques como, por exemplo, acabar de vez com todos os direitos na reforma trabalhista. Acabar com a previdência social, acabar com  tudo como já acabou em vários lugares e privatizar a educação, a saúde, entregar de bandeja às empresas estrangeiras e ao grande capital o petróleo, o setor elétrico e outros.

Haddad vs Alckmin no 2º turno?

 O 2.º turno com o PT e com Alckmin resolve o problema do imperialismo? Ou o Brasil deixou de ter dono de uma hora para outra? Fica bem claro que essas eleições tratam de uma situação de extrema crise porque o que ganhar essas eleições dificilmente dará conta do recado. É como uma loja onde o gerente ou o diretor tem de dar lucros para o patrão e se não conseguir ele corre o risco de ser demitido. E aqui corre o risco de se sofrer um golpe de Estado ou qualquer  outro mecanismo, como aconteceu com Dilma, para buscar colocar um governo mais duro.

Qualquer governo que surgir dessas eleições será um governo de crise, seja Alckmin, pior ainda se for alguém do PT ou o próprio Bolsonaro. Quem seria um pouco melhor para o imperialismo seria Álvaro Dias, mas já se pode perceber que não vai decolar. Dentro da extrema direita, Bolsonaro aparece como candidato folclórico, mal visto por todas suas declarações, e a situação não está para colocar alguém tão abertamente fascista no governo. Sim um tipo de Macron, da França, mas aparentemente temperado, moderado, etc.

Bonapartismo do Judiciário

O imperialismo só tem uma alternativa, que está aplicando até agora, que é avançar por fora do parlamento, o que significa na prática adotar toda uma série de mecanismos por fora das instituições, por fora do regime jurídico. Há no Brasil um golpe de Estado jurídico, não podemos nos esquecer disso, e esse golpe implica em que as leis são tratoradas  a toda hora.

Nesses dias, na penúltima edição da revista Veja, apareceu na seção Radar, o desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF4, Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que é a 2.ª instância do juiz Sergio Moro, em Curitiba, dizendo que ele passou por cima das leis contra a decisão do desembargador Favreto de libertar o ex-presidente Lula, para evitar um problema pior.

É isso que estão fazendo a toda hora, não respeitando nenhuma lei. A Lava Jato faz isso como pode ser visto pela “teoria do domínio do fato”. O agente da Polícia Federal que foi enquadrado porque denunciou as ações de uma delegada da própria Polícia Federal que levaram à morte do Reitor  da UFSC, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, demonstra isso. E outras ações também.

Agora, para a esquerda nós estamos na democracia. Só que não tem democracia nenhuma. Nós do Gazeta Revolucionária fomos criticados quando caracterizamos que o Brasil estava se encaminhando para um regime bonapartista porque isso ainda não aconteceu.

Mas o que temos agora não é bonapartismo puro? Esse governo com a Lava Jato e com o Judiciário desse jeito é cada vez mais bonapartista. O regime está indo a um bonapartismo cada vez mais exacerbado e rumo a um golpe militar aberto, porque não tem outro jeito. Não é porque fulano ou sicrano seja bom, ou seja mal, mas é porque precisa aplicar um grande ataque contra os trabalhadores e, para isso, precisa de um governo muito mais duro.

A esquerda joga água no moinho do golpe

Nesse sentido vimos que a atuação da chamada "esquerda" no debate foi lamentável. No caso de Boulos foi uma atuação social democrata, em nenhum momento encampou a defesa de seu padrinho Lula e nem encampou uma denúncia fortíssima contra o golpe. Parece que estamos na Suíça em 1900 e não no Brasil em 2018.

Foi uma atuação parlamentar super eleitoreira, que não chama a atenção da população, que não denuncia que há um enorme ataque contra os trabalhadores e que a saída não é eleitoral. Inclusive, o grande problema aqui é que o imperialismo está tentando legalizar algum governo mais duro possível para avançar nos ataques.

O regime atual é um regime golpista. O PT, se fosse um partido mais coerente, deveria lutar não para salvar seus carguinhos, não para eleger tal ou qual deputado, não para fazer proposta de governo como se estivéssemos na Suíça em 1900, mas deveria denunciar o golpe que ele próprio levou e lutar pela retomada do governo de Dilma.

Ou, no mínimo, O PT deveria boicotar essas eleições, porque Lula está preso sem provas. As provas que foram apresentadas, de que supostamente ele seria o dono do triplex no Guarujá, são ridículas porque não tem escritura, não tem compromisso de compra e venda, não tem nada. É um negócio grotesco.

O papel de Ciro Gomes foi super isolado, foi jogado a escanteio, tanto pela direita, porque a burguesia não confia nele tanto assim no momento, porque esta precisa de um candidato mais direitista ainda, quanto pelo PT com essas manobras que fez com o PSB. Então, Ciro, agora, se trata de um candidato isolado.

Eleições golpistas

Na verdade, essas eleições não passam de uma farsa, cujo objetivo central é legalizar um regime golpista para avançar no golpe. Por esse motivo nós denunciamos essas eleições. Denunciamos a política de Frente Popular, de conciliação de classes do PT, do PCdoB, do PSOL e do restante da esquerda, que tem essa mesma política, e conclamamos o voto nulo com a denúncia do golpe desde o 1.º turno.

Qualquer participação nessa eleição tem de ser para denunciar o golpe desde o início e não para eleger deputados, não para gerenciar o Estado burguês, se não para boicotar.

Está colocado para o próximo período o avanço da crise capitalista no mundo e isso vai levar a um ascenso operário que vai colocar em cena o elemento principal que está faltando há algumas décadas e que é a classe operária mobilizada. Isso abrirá uma situação pré-revolucionária em vários países do mundo e a situação mudará totalmente de figura.

+ Política

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