Sábado, 20 Outubro 2018

control

Estamos vivendo, hoje, no Brasil, um processo político de golpe de Estado. Apesar de que muitos, inclusive da esquerda, não aceitam essa caracterização, a realidade é que esse processo se aprofunda cada vez mais, pois há uma necessidade imperiosa da burguesia, direcionada pelo imperialismo norte americano, de endurecer o regime político, impor um governo títere que aplique os planos de super exploração capitalista e faça frente, utilizando a força, a uma provável rebelião popular.

Estado democrático de direito ou ditadura da burguesia?

O “Estado democrático de direito”, já não serve para alcançar os fins capitalistas, uma vez que a etapa aberta a partir da crise de 2008 exige um aumento brutal da transferência, para as transacionais, de mais valia para tentar reduzir os efeitos da crise capitalista.

Em todas as sociedades divididas em classes, as classes dominantes exercem o seu poder por meio da superestrutura política e jurídica ordenada conforme as peculiaridades históricas de determinado grupo social. No modo de produção capitalista, essa dominação não passa de uma ditadura da burguesia para manter a propriedade privada e a exploração das massas trabalhadoras. Essa ditadura burguesa pode se apresentar de diversas formas, desde uma ditadura formal clássica até a democracia representativa e a democracia radical.

No nosso caso, o “Estado democrático de direito” é a ditadura burguesa disfarçada de democracia representativa. E esta forma só é possível na medida em que as massas trabalhadoras se encontram controladas, não ameaçando a dominação capitalista. Mais precisamente, os mecanismos colocados em pé pela ditadura militar de 1964-1984 nunca foram integralmente desmontados. Vide a PM com seus esquadrões da morte, os assassinatos no campo e na cidade, o SNI que virou ABIN, os militares com responsabilidade pelos crimes da ditadura que nunca foram punidos, a lógica de dominação da elite rural e urbana que continua a mesma, etc.

Portanto, esse “Estado democrático de direito” nunca passou de um verniz, de um disfarce, de uma política para acalmar as massas, para escamotear sua verdadeira essência que é de uma ditadura feroz.

O que se vê hoje é a burguesia obrigada a retirar esse verniz democrático e revelar a verdadeira face de um Estado de exceção devido ao aprofundamento da crise capitalista. A base do golpe de Estado está justamente nessa crise. Pois há uma necessidade urgente da burguesia imperialista de aumentar a expropriação das riquezas dos países da periferia para fazer frente à tendência de queda na taxa média de lucro, que tem se acentuado drasticamente desde a crise de 2008.

E para tanto é preciso avançar na destruição do regime democrático burguês e implantar um regime mais duro, de tipo bonapartista, que garanta, pela força, a contenção de uma explosão social que acontecerá, necessariamente, em resposta ao aumento da exploração, pois a tendência da crise é de fazer exacerbar as contradições sociais e colocar a classe operária em pé novamente. Não há dúvida de que os ataques do capital serão o combustível para um novo ascenso operário no Brasil e no mundo.

A burguesia tenta dar um aspecto de normalidade encobrindo a evolução golpista. A grande imprensa faz uma campanha de que está acontecendo um avanço na luta contra a corrupção, que está se promovendo uma limpeza na política e o que os Magistrados e Procuradores da Operação Lava Jato são os novos heróis nacionais. A campanha na grande mídia, apoiada na indignação popular contrária aos políticos, é tão arrasadora que consegue moldar o senso comum. E a pressão da chamada “opinião pública”, que não passa de manipulação televisiva, influência todas as instituições do regime, inclusive a chamada “esquerda”.

Desde a derrubada do governo PT/PMDB, por meio de um verdadeiro golpe parlamentar, o golpismo vem escalando e empurrando o regime político para a direita, inclusive atingindo os partidos mais à direita como o PP e o PSDB. O impeachment da presidente Dilma Rousseff com o argumento de “pedaladas fiscais” se revelou um julgamento político para impor o projeto derrotado nas eleições de 2014 a partir da quebra da normalidade “democrática”. Para tanto serviu o Congresso Nacional.

O Judiciário coadjuvante do golpe

Mas o governo Temer se mostrou muito fraco para implementar os verdadeiros planos imperialistas para o Brasil. Planos esses que passam por uma reforma trabalhista que retirasse todos os direitos dos trabalhadores, uma reforma previdenciária que acabasse com a previdência pública, uma reforma administrativa que derrubasse a estabilidade dos servidores públicos e promovesse demissão em massa em todos os níveis, um rebaixamento geral de salários, a privatização de todas as empresa públicas, etc.

Na verdade, o imperialismo caracterizou que todo o setor de centro na política brasileira, tanto centro-esquerda como centro-direita, não tem capacidade de aplicar o seu programa até as últimas consequências. Esse setor é representado por partidos políticos extremamente fisiológicos, comprometidos com interesses escusos e que se move pela lógica de manter seus privilégios através de negociatas saqueando as finanças públicas. É um setor muito movediço que responde a vários setores burgueses regionalizados e de difícil centralização.

Por isso a burguesia imperialista promoveu o Poder Judiciário como principal instituição do regime, instalando, na prática, um regime de exceção do Judiciário. À Lava jato coube o papel de solapador do regime, detonando todos os partidos e seus principais representantes, denunciando, processando, vazando informações, conduzindo coercitivamente, prendendo e arrancando confissões por meio das famigeradas delações premiadas.

Assim se chegou a um novo patamar do golpe: a condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os Procuradores do Ministério Público Federal (MPF) denunciaram, o juiz Sérgio Moro condenou, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou a sentença do 1º Grau e o Supremo Tribunal Federal (STF) negou o Habeas Corpus. Lula foi preso e está semi-incomunicável, caiu na lei da ficha limpa e provavelmente não poderá concorrer ao pleito presidencial de outubro, o qual venceria como indicam todas as pesquisas.

O plano do imperialismo é manipular o processo eleitoral de uma forma tal que, desprestigiando os outros candidatos ou seus correligionários por meio de vazamento de delações premiadas, denúncias criminais, etc., possa escolher a dedo o candidato que irá vencer. Até Bolsonaro está sendo queimado. Alckmin, também.

Porém, essa fraude institucional esbarra no fato que nenhum candidato se mostra confiável para a burguesia, pois esta precisa de uma figura com respaldo para conseguir ser bem votado para, eleito, ter a legitimidade suficiente para governar aplicando os planos do imperialismo. Mas até outubro a burguesia escolherá seu candidato e jogará todo o peso do seu aparato para eleger o novo presidente e o novo Congresso Nacional com maioria de direita e extrema direita. Portanto, a qualquer momento podem encontrar o seu Luís Bonaparte ideal.

E esse novo governo terá a tarefa de conduzir o regime mais à direita, promovendo um maior protagonismo das Forças Armadas, pois deverá aumentar sobremaneira a repressão aos trabalhadores. O objetivo é implantar uma ditadura civil-militar de caráter bonapartista.

Essa é a dinâmica do golpe de Estado que está em andamento, hoje, no Brasil.  As forças Armadas terão cada vez mais um papel destacado no regime político. E temos também que observar a dinâmica do processo político com suas contradições evoluções, pois a esquerda em geral tem uma visão estática da realidade, raciocina utilizando uma lógica formal e não consegue caracterizar para que lado vai a luta de classes, terminando por elaborar políticas extremamente danosas para os trabalhadores.

Muitos afirmam que estamos vivendo num regime político democrático burguês normal. Outros dizem que é normal a democracia burguesa apresentar alguns traços bonapartistas. A partir daí formulam suas táticas reformistas que privilegiam o embate parlamentar e têm nas eleições seu principal foco, secundarizando a organização da base para a luta direta da classe trabalhadora.  Ou por outro lado, vão ao extremo esquerdismo, negando qualquer tipo de golpe e vendo só os aspectos positivos de qualquer movimentação.

O regime democrático burguês surgido em meados da década de 1980, após a queda da ditadura militar já não existe mais. Este tinha como principal instituição o Congresso Nacional, que promulgou uma nova Constituição Federal, em 1988, e que junto com a Presidência da República comandava o país.

Com o aprofundamento da crise capitalista e com a consequente deterioração dos partidos políticos e do desgaste do parlamento e da presidência, principalmente nos últimos anos, e com a política deliberada da burguesia imperialista de destruir o atual regime para implantar um novo mais à direita, cada vez mais o Poder Judiciário vem assumindo um papel de protagonismo no cenário nacional.

Do STF aos militares

O regime democrático burguês pariu, já hoje, um regime de exceção. A principal instituição do regime, atualmente, é o Supremo Tribunal Federal (STF), que é quem toma as principais decisões da República hoje. É um regime transitório que pode desembocar num regime bonapartista. Tem características de efemeridade porque o Poder Judiciário não é moldado para centralizar o regime. Cada magistrado atua com independência funcional e cada tribunal judicial tem autonomia administrativa e financeira. A nível nacional existem quatro tribunais superiores que são considerados a terceira instância que pode rever as decisões da primeira e da segunda instâncias em grau de recurso. Sem contar a Lava Jato, que corre por fora e afronta, inclusive, a Suprema Corte.

E para ficar claro que o Judiciário só pode ser a principal instituição do regime por um período curto, temos a crise e a divisão do STF. Este toma as principais decisões, em plenário, por 6 votos a 5, quase sempre.

A crise é enorme e esse regime de exceção atual engendra um regime de tipo bonapartista com as Forças Armadas no comando, com destaque para o Exército. Essa, sim, é uma instituição moldada para centralizar o regime, pois está estruturada a nível nacional, é centralizada e funciona com hierarquia e disciplina.

E isso já está acontecendo, em germe, com a intervenção militar no Rio de Janeiro, que serve como um treinamento das tropas para uma futura ação mais abrangente. De fato, o que menos o Exército faz no RJ é melhorar a segurança pública, não está fazendo frente ao crime organizado coisa nenhuma e não reduziu a violência, pelo contrário, aumentou a ocorrência de tiroteios e até de chacinas. Mas o estado do RJ está sendo comandado por um interventor militar, o General do Exército Walter Braga Netto, que lidera o Comando Militar do Leste (Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo). Inclusive, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, sugeriu prorrogar a intervenção até o final de 2019.

Um lockout para o caos

Outra ação que serviu como um laboratório para um golpe foi o movimento dos caminhoneiros. Provavelmente, impulsionado pela CIA e o Departamento de Estado norte americano, implementado pela patronal do transporte e pelo latifúndio, com os caminhoneiros autônomos servindo como massa de manobra, foi mais uma ação de guerra híbrida, tentando levantar a população contra o governo Temer, criando o caos para depois impor a ordem, sob a direção da extrema direita.

Nesse movimento o governo cedeu todas as reivindicações e estas favoreciam a patronal. A única que favorecia exclusivamente os caminhoneiros autônomos era a tabela com aumento do preço mínimo do frete. E foi essa que foi bombardeada pela FIESP, CNI e o agronegócio, com o argumento de que aumentaria o custo de produção e o custo do frete aumentaria até 150%. Hoje, já estamos na terceira proposta de tabela do frete e o governo disse que acatará a decisão do Supremo que julgará Ação Direta de Inconstitucionalidade promovida por associação da patronal dos transportes contra o tabelamento de preços mínimos para o frete.

E sempre é bom ter presente que a palavra de ordem política da “greve” dos caminhoneiros era a de “Intervenção Militar, Já!”. E aí fica revelado o seu caráter patronal e golpista. Temos que lembrar que em várias cidades, a nível nacional, foram organizadas passeatas e carreatas com saída a partir de concentração na frente dos quartéis do exército pedindo “Intervenção Militar, Já!”. Poderiam ser apenas coisas isoladas e aparentes se os proprietários de grandes frotas não estivessem dando suporte logístico à paralisação.

Vê-se que há uma evolução para a direita. Mas com muito tato, pois a crise que assola as instituições também atinge o Exército. Além da fragilidade técnica, com baixos salários, equipamentos obsoletos, orçamento reduzido que o transforma num exército quase que semiprofissional. É importante ressaltar que no movimento dos caminhoneiros não houve um movimento de massas favorável à “Intervenção Militar, Já!”, não colocaram “1 milhão na Paulista”. Porque a população também tem desconfiança em relação às Forças Armadas.

Por tudo isso a estratégia do imperialismo para o Brasil, hoje, não é de um golpe militar clássico e drástico, mas de uma modalidade de guerra não convencional, baseado no conceito de guerra híbrida, em que se vai minando o regime por dentro, estimulando insatisfações e promovendo protestos controlados com consignas de direita e extrema direita, que girem a sociedade para se ocupar com pautas de direita, no sentido de preparar um golpe mais duro.

As eleições golpistas

O processo de aprofundamento do golpe de Estado passa pelas eleições de outubro de 2018. Por isso montaram um processo fraudulento para condenar Lula em segunda instância, afastá-lo da disputa eleitoral e quebrar de vez o PT.

Para avançar no golpe a burguesia necessita da vitória de um candidato da extrema direita para que este, com o respaldo das urnas, possa viabilizar um avanço qualitativo no fechamento do regime político rumo a um regime de tipo bonapartista.

Por isso é um erro e até uma traição a postura da esquerda de participar dessas eleições como se nada estivesse ocorrendo, como se estivéssemos numa normalidade democrática. Não há normalidade alguma. O regime político é de exceção, de transição para outro mais duro.

Não podemos fechar os olhos e ignorar que foi derrubado um governo eleito antes do final do mandato com um argumento esdrúxulo de “pedaladas fiscais”; que foi preso o candidato, que certamente iria ganhar as eleições, sem provas, apenas com o testemunho de um delator premiado; que hoje um general do Exército é o interventor do estado do Rio de Janeiro; que um lockout da patronal dos transportes parou o país por uma semana defendendo “Intervenção Militar, Já!”.

Nesse marco acontecem as eleições, em meio a um golpe em andamento, e estas são um instrumento chave para o avanço do golpe. Por isso se transformam em eleições golpistas, pois servem para legitimar e avançar no golpe. Não se trata de ser contra ou a favo do PT, o próprio PT foi uma engrenagem importante neste processo golpista.

Os governos de Frente Popular encabeçados pelo PT em vez de se apoiarem na mobilização da classe e romperem com o imperialismo, optaram por administrar o capitalismo mantendo todos os acordos com o imperialismo. Com a crise de 2008, que bateu forte no Brasil em 2012, o projeto frente-populista foi à falência e a direita retomou o governo na mão grande.

E mesmo após o impeachment, a esquerda não corrigiu o rumo, ao contrário, foi mais à direita. Nas eleições municipais de 2016 o PT se coligou com PDT, PMDB e outros partidos burgueses; o PCdoB, idem; o PSOL, no Rio de Janeiro, foi apoiado até pela Globo e pela Veja.

Em 2017, esses partidos, conjuntamente com suas respectivas centrais sindicais, boicotaram todas as lutas operárias. Desde os dias 8 e 20 de março, quando teve um ascenso espontâneo a nível nacional, passando pelas greves gerais de 28 de abril e 30 de junho, ambas marcadas para uma sexta-feira, com claro intuito de desmobilizar, até chegar na greve geral de 5 de dezembro, que foi marcada e posteriormente desmarcada pelas centrais sindicais.

Uma esquerda eleitoreira

Em nenhum momento, diga-se de passagem, se implementou um plano de lutas que promovesse a unificação das categorias em luta para se organizar um movimento mais forte. Isso porque essa esquerda burocrática estava mais preocupada em fazer a defesa jurídica de Lula e fazer conchavos em vistas às próximas eleições. Não querem saber de mobilizar os trabalhadores, até porque com protestos e greves não se ganha voto, pelo contrário, perde-se voto na classe média. Também, uma grande mobilização faz surgir novas lideranças e isso é tudo que a burocracia não quer com medo de ser sobrepujada. Por isso, os atos e mobilizações convocados, principalmente pela CUT, foram restritos à militância mais controlada.

Em 2018, segue o mesmo tom. No primeiro semestre aconteceram muitas greves, que ficaram isoladas e se esvaíram sem que a direção do movimento aplicasse uma política consequente de unificação. E a maior oportunidade de estimular a luta com uma greve de uma categoria de ponta unificada a nível nacional, como a dos petroleiros, a burocracia adiou o quanto pode a greve, mas devido à pressão da base para lutar e para não perder o controle do aparato, a burocracia petista, que controla a Federação Única dos Petroleiros (FUP), marcou uma greve sem reivindicação econômica e de três dias, coincidindo com o feriadão de Corpus Christi e que foi suspensa nas primeiras 24 horas, em razão da pressão do TST.

Toda essa traição à luta dos trabalhadores acontece em razão da estratégia eleitoreira dessa esquerda oportunista, que na prática se tornou golpista e pretende legitimar, com sua participação, uma eleição golpista.

Eleições não resolvem a situação dos trabalhadores, pelo contrário, são o instrumento utilizado pela classe dominante para se manter no poder iludindo a grande maioria da população fazendo crer que é ela quem escolhe os governos, quando na verdade é tudo um jogo de cartas marcadas. Vivemos, neste momento, num regime de exceção onde sequer as garantias da democracia burguesa são respeitadas. A participação dos revolucionários nas eleições tem como objetivo a denúncia da farsa, mas neste momento em que está para se estabelecer e consolidar um regime extremamente autoritário no Brasil lançar candidatos e fazer campanha eleitoral é dar legitimidade à campanha do imperialismo.

Por tudo isso, devemos votar nulo em outubro! Que essa eleição some votos nulos e em branco em quantidade suficiente para deslegitimar o futuro governo golpista para que este tenha mais dificuldade em atacar os direitos dos trabalhadores. Enquanto isso é necessário que o movimento operário se levante e construa suas organizações autônomas, tome ou destrua os sindicatos pelegos, unifique as lutas e construa o partido revolucionário para destruir o capitalismo.

Abaixo as eleições golpistas!
Voto nulo nas eleições de 2018!

+ Política

Segundo turno. Duas caras da mesma moeda

Segundo turno. Duas caras da mesma moeda

Por Florisvaldo Lopes Após uma grande polarização entre Haddad (PT), uma aposta do imperialismo europeu,...

Haddad faz gol contra

Haddad faz gol contra

A campanha do PT no segundo turno está bem diferente da campanha do primeiro turno....

Haddad é Lula?

Haddad é Lula?

Recentemente apareceu nas notícias que Fernando Haddad teria visitado o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal...

Haddad, semeando derrotas

Haddad, semeando derrotas

A recente campanha de Fernando Haddad tem se mostrado um desastre completo que está conduzindo...

Haddad joga para perder

Haddad joga para perder

A campanha de Fernando Haddad, como candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), no segundo turno...

Haddad joga para perder no 2º turno?

Haddad joga para perder no 2º turno?

    As eleições de 2018 acontecem como parte do processo golpista e servem para...

A delação de Palocci pode derrubar Haddad?

A delação de Palocci pode derrubar Haddad?

Recentemente foram liberadas pelo juiz Sergio Moro as delações do ex-ministro Antonio Palocci, há 6...

O STF e o Golpe

O STF e o Golpe

O golpe de Estado no Brasil progride com contradições, mas progride. Já temos falado várias...

Voto nulo nas eleições golpistas #00confirma

Voto nulo nas eleições golpistas #00confirma

Na semana passada foi realizada na grande mídia uma campanha de desconstrução da candidatura de...

Mudança imperialista aos 45 minutos do 1.º tempo do jogo político no Brasil.

Mudança imperialista aos 45 minutos do 1.º tempo do jogo político no Brasil.

Por Florisvaldo Lopes O imperialismo, principalmente o norte-americano, que deu o golpe na dita “democracia”...

Haddad “adotado” pelos Rothschild?

Haddad “adotado” pelos Rothschild?

É corrente nos meios de comunicação de massas a afirmação de que as eleições deste...

Rachaduras na candidatura Bolsonaro

Rachaduras na candidatura Bolsonaro

O evento mais importante da semana foi a matéria de capa da revista The Economist,...

O roteiro golpista no Brasil

O roteiro golpista no Brasil

O golpe de Estado deve ser visto como um processo que começa em 2005 na...

A candidatura Haddad e as eleições golpistas

A candidatura Haddad e as eleições golpistas

Esta semana tivemos a oportunidade de observar como a burguesia manipula o processo eleitoral especificamente...

América Latina rumo ao precipício

América Latina rumo ao precipício

A crise capitalista mundial tem forte influência no Brasil e na América Latina. O centro...

Bolsonaro e os militares

Bolsonaro e os militares

  Na atual conjuntura, é muito válida a célebre máxima do grande filósofo alemão Friedrich...

Haddad, Bolsonaro e o Golpe

Haddad, Bolsonaro e o Golpe

O “atentado” contra Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República pelo Partido Social Liberal (PSL),...

Venezuela – qual o significado das novas medidas econômicas?

Venezuela – qual o significado das novas medidas econômicas?

  Entrou em vigor, no dia 20 de agosto, o pacote de medidas econômicas adotas...

Aos trabalhadores brasileiros

Aos trabalhadores brasileiros

Por Florisvaldo Lopes Caros camaradas, Nesse momento em nosso país enfrentamos uma das maiores crises...

Bolsonaro - mais que uma facada

Bolsonaro - mais que uma facada

O recente ataque a Bolsonaro durante caminhada em Juiz de Fora/MG, acabou representando todo um...

Como se posicionar nas eleições golpistas?  #00Confirma

Como se posicionar nas eleições golpistas? #00Confirma

O candidato tucano do PT, Fernando Haddad, pode até decolar, mas vai encontrar muitos ataques...

É ilusão pensar que é possível repetir o governo Lula

É ilusão pensar que é possível repetir o governo Lula

  A propaganda eleitoral do Partido dos Trabalhadores está calcada em cima da perseguição política...

Lula com 40% e o imperialismo ainda não definiu seu candidato

Lula com 40% e o imperialismo ainda não definiu seu candidato

  Lula é líder absoluto nas pesquisas de intenção de voto para presidente da república....

Haddad X Bolsonaro no 2º turno?   #00confirma

Haddad X Bolsonaro no 2º turno? #00confirma

  Esta semana, as pesquisas de intenção de voto à Presidência da República deram a...

O que revelam as pesquisas eleitorais - #00confirma

O que revelam as pesquisas eleitorais - #00confirma

A esquerda ligada à política eleitoreira e de conciliação de classes tem impulsionado uma série...

#00confirma

#00confirma

A ditadura do judiciário fica cada vez mais clara em todos os sentidos, apesar deste...

O imperialismo e os donos da padaria

O imperialismo e os donos da padaria

Para quem diz que Alckmin é o candidato natural do imperialismo tem de ver que...

O circo eleitoral

O circo eleitoral

O ponto que devemos destacar nessa semana é a continuidade do circo eleitoral. O debate...

A candidatura de Lula e o bonapartismo do Judiciário

A candidatura de Lula e o bonapartismo do Judiciário

  O Partido dos Trabalhadores (PT) registrou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva...

A China no mercado mundial

A China no mercado mundial

A China é um elemento muito importante de estabilidade do capitalismo mundial. Para estabilizar a...

Crise na Turquia

Crise na Turquia

O caso da Turquia é muito interessante porque revela que a crise se desenvolve meio...

PT. Nem demônio como fala a direita, nem anjo como defende a esquerda

PT. Nem demônio como fala a direita, nem anjo como defende a esquerda

Os erros da política do PT são mantidos ocultos aos olhos da maioria dos trabalhadores....

Debate ridículo entre os presidenciáveis

Debate ridículo entre os presidenciáveis

O fato mais relevante dessa semana foi o debate dos candidatos à Presidência da República...

O PT enrolado em miríades de recursos judiciais

O PT enrolado em miríades de recursos judiciais

Após a deposição do PT do governo em 2016, orquestrada pelos Estados Unidos e aplicada...

O Alckminduto do PSDB e do Centrão

O Alckminduto do PSDB e do Centrão

Geraldo Alckmin, ou Chuchu como já foi chamado, com seu nariz de Pinóquio, que nos...

A crise capitalista pelo mundo

A crise capitalista pelo mundo

Dia a após dia, a crise da economia capitalista mundial aprofunda e se manifesta nos...

O desemprego, o golpe e as eleições

O desemprego, o golpe e as eleições

A situação do Brasil é gravíssima devido o alto grau de desemprego. O desemprego não...

A Ditadura do Judiciário e a libertação de Lula

A Ditadura do Judiciário e a libertação de Lula

O golpe de Estado no Brasil, capitaneado pelo Poder Judiciário, avança de vento em popa....

Programa de governo do PT favorece o golpe

Programa de governo do PT favorece o golpe

Nos últimos dias, vimos no site do PT que a cúpula desse partido divulgou um...

Estratégia extraparlamentar do imperialismo

Estratégia extraparlamentar do imperialismo

O avanço do imperialismo é totalmente extraparlamentar, para impor um governo duro, devido à crise...

O PT como um partido da ordem

O PT como um partido da ordem

O PT tem uma estratégia totalmente atrelada ao regime político e não ultrapassa em absolutamente...

A crise das eleições de 2018

A crise das eleições de 2018

A crise política no Brasil abarca o conjunto do regime político. Não é à toa...

Desvendando "as loucuras" de Donald Trump

Desvendando "as loucuras" de Donald Trump

O governo de Donald Trump se encontra cada vez mais numa aparente loucura total. Recentemente...

O imperialismo está pedindo água

O imperialismo está pedindo água

A decadência do sistema capitalista imperialista é monumental. A taxa de lucros dos monopólios, segundo...

Devorados pelo Judiciário

Devorados pelo Judiciário

A ilusão da esquerda nas instituições do Estado burguês fica manifesta com a postura quase...

Esquerda dá verniz democrático às eleições golpistas

Esquerda dá verniz democrático às eleições golpistas

Qual é a relação entre o golpe de Estado em curso no país e as...

O judiciário golpista e a liberdade de Lula

O judiciário golpista e a liberdade de Lula

No domingo, dia 8 de julho, fomos surpreendidos com o ato de um desembargador do...

A política do imperialismo alimenta a crise

A política do imperialismo alimenta a crise

A política mundial é um reflexo da crise econômica, ela tem papel de responder essa...

Luta operária e sindical no Brasil  - Parte II

Luta operária e sindical no Brasil - Parte II

Para entender qual deve ser a tendência da burocracia para o futuro dos sindicatos devemos...

A crise da direita e as contradições do golpe

A crise da direita e as contradições do golpe

  As ações golpistas, no Brasil, seguem no sentido do controle do regime político pelo...

Nacional

Segundo turno. Duas caras da mesma moeda

19 Outubro 2018
Segundo turno. Duas caras da mesma moeda

Por Florisvaldo Lopes Após uma grande polarização entre Haddad (PT), uma aposta do imperialismo europeu, e Bolsonaro (PSL), uma aposta do imperialismo norte-americano, ambos foram para o segundo turno da...

Haddad faz gol contra

18 Outubro 2018
Haddad faz gol contra

A campanha do PT no segundo turno está bem diferente da campanha do primeiro turno. É corrente que o segundo turno é considerado outra eleição, mas enquanto Bolsonaro manteve o...

Haddad, semeando derrotas

16 Outubro 2018
Haddad, semeando derrotas

A recente campanha de Fernando Haddad tem se mostrado um desastre completo que está conduzindo à vitória de Bolsonaro. É possível ver nas entrevistas que tanto Bolsonaro como Fernando Haddad...

Voto nulo nas eleições golpistas #00confirma

05 Outubro 2018
Voto nulo nas eleições golpistas #00confirma

Na semana passada foi realizada na grande mídia uma campanha de desconstrução da candidatura de Bolsonaro, que culminou com o movimento #EleNão no sábado, dia 29 de setembro, com atos...

Mudança imperialista aos 45 minutos do 1.º tempo do jogo político no Brasil.

01 Outubro 2018
Mudança imperialista aos 45 minutos do 1.º tempo do jogo político no Brasil.

Por Florisvaldo Lopes O imperialismo, principalmente o norte-americano, que deu o golpe na dita “democracia” brasileira quando derrubou a presidenta Dilma Rousseff, e que mesmo antes disso buscava um gerente...

Gazeta Revolucionária [pdf]

 gr11 Setembro 2018

 gr11 Setembro 2018 capa

Setembro 2018


 

Saiba Mais

Massacre ao povo palestino (parte...

A Intifada palestina     Intifada significa revolta, ou literalmente...

Massacre ao povo palestino (parte...

A criação do Estado de Israel Não foi da noite...

Massacre ao povo palestino (parte...

Sionismo praticando a necropolítica em Gaza     A propósito,...

Massacre ao povo palestino (parte...

Nakba, 70 anos de assassinatos No dia 14 de maio...