Quarta, 21 Novembro 2018

Por Sergio Lessa

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Há uma enorme confusão na avaliação do cenário político nacional, nestes dias que antecedem ao 2º turno. O que sabemos com certeza:

1) Bolsonaro vai vencer as eleições. É o resultado de uma “sublevação” espontânea e difusa contra o status quo que não encontrou, à esquerda, um canal de manifestação e os meios de sua organização;

2) o núcleo duro do bolsonarismo é composto por generais reformados e por economistas que propõem um neoliberalismo radicalizado, um ultraneoliberalismo segundo Nildo Ouriques;

3) O conservadorismo nos costumes, na moral – mas não na ética – é complementado por uma concepção de mundo que enxerga na disciplina estilo militar a panaceia para os problemas nacionais. Este o cerne do seu autoritarismo;

4) A ascensão política do bolsonarismo ainda precisa provar ser consistente. A renovação conservadora e autoritária do Congresso Nacional e a eleição expressiva de legislativos estaduais com um perfil mais próximo ao bolsonarismo parece sugerir uma consistência neste deslocamento ao conservadorismo autoritário. Contudo, a diversidade de opiniões e de expectativa entre seus apoiadores sugere que em pouco tempo terá descontentado muitos deles, será impossível contentar a expectativas tão diferentes, até mesmo opostas. Além disso, em um país urbanizado e industrializado como o nosso, o moralismo bolsonarista conta com um amplo, variado, socialmente difuso mas importante movimento de oposição;

5) A renovação conservadora dos legislativos federal e estadual teve duas consequências imediatas. Primeiro, desmontou o esquema de controle do Congresso federal pelos velhos “caciques orgânicos” do estamento político-burocrático. Derrotado, o centrão procura uma alternativa para converter em poder os pouco mais de 200 deputados que possui. A presidência da Câmara dos Deputados pode sair das mãos de Rodrigo Maia etc.

6) Segundo, aumentou o peso da representatividade do funcionalismo público. Some-se a isso que Bolsonaro tem um perfil político por vezes contrário às pautas das reformas neoliberais. Votou em 2003 contra a reforma da previdência do funcionalismo público promovida pelo governo Lula, em 2015 votou contra o fator previdenciário instituído por Dilma e se posicionou contrário à reforma da previdência encaminhada por Temer. É possível que este cenário torne mais complicada a aprovação das reformas que o capital demanda, entre elas e especialmente a reforma da previdência. As soluções aventadas pela entourage de Bolsonaro, que incluem a criação de um fundo privado de cada trabalhador, parece não serem as preferidas pelo mercado.

7) Apesar disso, a Bolsa sobe e o dólar cai: entre a alternativa PT, que seria uma enorme vitória do estamento político-burocrático e de seus aliados entre o grande capital, e as incertezas de Bolsonaro, os donos do dinheiro preferem claramente o segundo.

8) Devemos nos preparar para medidas de impacto nos primeiros 100 dias de governo. É razoável se esperar iniciativas contra o casamento homossexual, por uma “escola sem partido” que vise, principalmente, excluir Darwin e “a ideologia” (o marxismo, basicamente) do ensino público; uma liberação do porte de armas, uma proibição do abordo, um confronto mais violento das polícias com os “bandidos” e assim por diante. Contudo, as ligações quase umbilicais do aparato repressivo (principalmente através das milícias mas não apenas) com o comércio de drogas, tráfico de armas e prostituição reduzem o alcance e a contundência deste confronto. Ao mesmo tempo, a oposição que tais medidas tenderá a gerar também poderá vir um contrapeso a limitar o alcance de tais medidas.

Além de seu conservadorismo nos costumes e na moral e de seu guru ultraneoliberal, o quadro é muito impreciso. Negociações de bastidores irão moldar muito do novo governo e seu perfil não está totalmente delineado. Tanto pode ocorrer que conte com o apoio expressivo do setor da classe dominante que apoia a Lava-Jato e que busca uma redução da porção da mais-valia apropriada pelo estamento político-burocrático, como também pode se dar o oposto a depender de como Bolsonaro articule sua relação com o centrão e com o estamento político-burocrático (lembremos, do qual fazem parte as Forças Armadas) – mas vai depender, acima de tudo, de sua disposição e capacidade de diminuir o “custo do Estado” e de aprovar as reformas como a da Previdência. Muitos apostam que os ultraneoliberais não irão sobreviver aos primeiros meses de governo; outros apostam que será o núcleo militar com traços de nacionalismo e anseios de desenvolvimentismo que será o primeiro a ceder. Não parece haver elementos que possibilitem prever para onde evoluirá o conservadorismo autoritário.

Bolsonaristas e petistas: a verdade é a primeira que morre

Para tornar o quadro mais confuso, há muita propaganda política e fake news – e pouca apresentação de propostas. De um lado tenta-se promover o espírito de que o combate ao esquerdismo (identificado ao marxismo, ao PT e às minorias, basicamente) por uma mão de ferro será a marca do cotidiano do governo Bolsonaro, que estaríamos às portas do fascismo. Por outro lado, tenta-se promover o espírito de que basta uma democrática mão de ferro em Brasília para que o país ande nos eixos. Os dois partidos em disputa cabalam votos mascarando a realidade e falsificando a si próprios.

Que teremos um governo conservador que intensificará a exploração dos trabalhadores e perseguirá muito do que há de progressista na sociedade, é uma previsão segura. Contudo, não menos seguro é que contra esta ofensiva conservadora nos conduzirá a uma derrota inevitável a frente democrática, que se autodenomina de antifascista, que inclua de Fernando Henrique Cardoso e Ciro Gomes ao PSTU, passando pelo PT, PSOL, PC do B, PCB, PCO e demais satélites petistas.

Por duas razões básicas: o bolsonarismo possui muito de continuidade com o PT e seus satélites. Depois, esta é uma frente de forças que participam do Partido da Ordem (Marx, em o 18 Brumário). Sempre que estiver em jogo interesses decisivos do capital, tomará posição com Bolsonaro contra os trabalhadores. Algo como, em pleno “Fora Temer” dos petistas, a CUT apoiou envergonhadamente a reforma trabalhista do próprio Temer controlando as manifestações e rebaixando os protestos.

Vejamos estes dois pontos com mais cuidado.

De onde vem a direita “estilo” Bolsonaro

Bolsonaro é a expressão de um ultraneoliberalismo que almeja um aprofundamento da subordinação à ordem mundial do capital sob a hegemonia estadunidense. Sua proposta econômica é o aprofundamento e a continuidade possível, neste momento de crise, do mesmo neoliberalismo que se iniciou com Collor e que foi a essência de todos os governos petistas. No campo econômico, o campo mais fundamental, Bolsonaro é a continuidade do liberalismo de FHC e do PT, adaptado às condições atuais da crise estrutural.

Se há algo que diferencia Bolsonaro dos representantes do capital que ocuparam o Planalto até agora é sua truculência, seu radical conservadorismo na moral e nos costumes e sua aberta apologia à violência, à ditadura militar, às torturas e aos torturadores. Esta constatação deve ser seguida de uma questão: como foi possível que sobrevivesse como força tão expressiva esta vertente política?

Esta vertente sobreviveu graças também ao PT!

Lembremos o passado não tão distante.

A posse de Lula em 2002 causou uma gigantesca onda de esperança. Multidões na sua posse em Brasília! As coisas, agora, dariam certo para o país! Nesta onda de expectativas e esperanças, cresceu também o impulso a que, finalmente, os crimes contra a humanidade cometidos pela ditadura seriam apurados e punidos, como então já ocorria em vários países da América Latina.

O governo Lula criou então uma Comissão da Anistia!

Como diz Marx na “Glosas Críticas”, sempre que o Estado não quer resolver uma questão, cria uma comissão! A Comissão da Anistia tinha por estratégia conter o movimento. Ao invés da punição dos torturadores, a Comissão da Verdade distribuiu indenizações em dinheiro em troca de se abrir mão do direito de exigir a apuração e punição dos criminosos contra a humanidade da época da ditadura! Assim foi feito, assim foi realizado: assim foi preservado o aparato repressivo da ditadura!

Para garantir ainda mais os repressores, o ex-guerrilheiro do Araguaia, José Genoino, que logo depois seria preso no Mensalão e que, hoje, assessora Haddad, traiu vergonhosamente a memória dos seus ex-camaradas da guerrilha ao manobrar para que a verdade não viesse à luz. Hoje, sabemos, possivelmente também para esconder sua vergonhosa traição.

Lembremos que nada disso custou ao PT o rompimento de seus atuais satélites!

O PSOL que então surgia, o PC do B e mesmo o PCB apoiaram a Comissão da Verdade e a política de indenizações em troca do silêncio dos torturados e perseguidos. O PC do B não abandonou o apoio ao governo petista, antes abandonou em covas não identificadas os cadáveres de seus ex-camaradas! Atuais dirigentes do PCB coletaram a indenização e nem se envergonham deste feito! (Muito diferente de Anita Prestes que, com honra, teve que aceitar a indenização para poder se aposentar, mas doou a mesma para uma entidade filantrópica e denunciou publicamente a rendição promovida pelos petistas!)

Petistas, psolistas, pecebistas, pecedobistas… todos foram coniventes, quando não ativos promotores, da preservação dos setores mais radicais das hostes de Bolsonaro.

Mudaram no presente? Que nada! Qual a atitude deles para com a apuração da morte de Marielle? Protestam onde o protesto não tem nenhum valor, no parlamento e na burocracia estatal; se calam onde o protesto poderia contar: junto aos trabalhadores e operários! Protestos eleitoreiros em um momento histórico em que as eleições nada podem alterar na essência das coisas.

Lembremos: foram dados sob os governos petistas importantes passos na modernização da Polícia Federal, dos sistemas de vigilância dos cidadãos, dos sistemas de investigação e processamento de dados e, ainda, “avançou-se” no “aperfeiçoamento” da legislação repressiva que, no governo Dilma, passou a possibilitar a prisão incomunicável praticamente sem nenhum controle jurídico. Qual governo levou o Exército ao Haiti para treinar como combater nas favelas? Quem reprimiu a greve do funcionalismo público contra a Reforma da Previdência no 1º governo Lula? Lembram-se da repressão ao movimento de 2013? Lembram-se da repressão a todos os pequenos movimentos de massa que tivemos sob o petismo? Lembram-se dos assassinatos das lideranças camponesas? Lembram-se da misteriosa morte de um dos “terroristas” presos nas vésperas das Olimpíadas? Tudo isso ocorreu sob o governo dos petistas e seus satélites.

E ainda mais: quem fez frente com Edir Macedo, que paquerou com os evangélicos, quem nada fez para combater o crescimento da direita fundamentalista no congresso, antes se aliou seguidamente a seus próceres? Quem levou o MDB ao poder e não vacilou em colocar o empregado do capital estadunidense, Meirelles, no Banco Central? Sob quais governos as igrejas evangélicas mais reacionárias receberam subvenções e privilégios como não pagamento de impostos? Qual governo não moveu uma palha para impedir o crescimento da “Escola sem partido” e a obrigatoriedade de incluir o criacionismo no currículo escolar? Não foram os bolsonaristas de agora!

Bolsonaro e sua turma têm hoje a força que têm dada a infindável sequência de acordos, acomodações e rendições dos petistas e seus satélites ao que de mais reacionário e truculento sobreviveu da ditadura.

E as coisas não mudaram nem um átomo: nestes dias que escrevo, para enfrentar Bolsonaro no 2º turno, ao invés de investir na denúncia dos crimes que cometeram contra a humanidade, de bater duro no seu conservadorismo e reacionarismo, Haddad e os petistas tentam… se passar por bolsonaristas!! Beijam a mão de bispos, falam em entregar armas “às pessoas certas”, abandonam a defesa do direito ao aborto e ao planejamento familiar, calam-se ante as propostas de militarização das escolas… e se vestem de verde-amarelo!

O apoio ao PT e seus satélites no 2º turno nada mais é que mais uma rendição à direita. E isto não é uma questão meramente de opção política: aqueles se propõem hoje a servir ao capital a partir dos “altos postos de comando do Estado” têm que se curvar à necessidade absoluta da reprodução do capital. Por isso é que há tantas linhas de continuidade entre os governos petistas e Bolsonaro. Por isso é que os petistas e seus satélites não podem ir além de defensores da mesma estratégia econômica dos bolsonaristas: não são antagonistas reais e de fato ao bolsonarismo. E, nestes dias em que escrevo, nem mesmo o são no discurso!!

Bolsonaro é uma ameaça maior do que o fascismo

A razão fundamental deste fato está em que o fascismo era possível antes do início da crise estrutural do capital. Então, havia espaço para uma política nacionalista imperialista. Hoje, com a crise estrutural e a “mundialização” do capital, não há mais este espaço: o nacionalismo fascista morreu, tal como a socialdemocracia do Estado de Bem-Estar. Hoje, a única estratégia possível para a manutenção do capital é o neoliberalismo: por isso Bolsonaro é, em tantos aspectos essenciais, uma continuidade do petismo. Por isso o combate petista e de seus satélites a Bolsonaro pode apenas se movimentar no restrito espaço de defesa do neoliberalismo e da ordem do capital. O fascismo não é uma alternativa ao neoliberalismo. Este é antagônico ao fascismo.

O fascismo, muito mais que uma ditadura de extrema direita, é uma conformação estratégica da reprodução do capital. Conhecemos muitas ditaduras de extrema direita implantadas pelos países imperialistas centrais para promover seus interesses econômicos na periferia do sistema do capital, ditaduras violentíssimas que nada tinham de fascistas. A essência do fascismo é a pesada e concentrada intervenção do Estado na economia para promover o confronto militar com a ordem mundial do capital a fim de retirar da posição de subalternidade o capitalismo de seus países. Fazia parte de sua essência um agressivo nacionalismo, centrado em uma estratégia de expansão militar, que não apenas no discurso, mas, na prática, realizou um confronto em toda a linha com a ordem mundial do capital.

Na luta política, os opositores do fascismo estavam em melhores condições de resistência do que, hoje, estamos no Brasil.

Como o fascismo ameaçava a sobrevivência econômica e social de amplas camadas das classes dominantes e das classes médias, uma frente democrática antifascista tinha um solo social real para se apoiar: as contradições de classe possibilitavam compor um campo mais amplo que o proletariado e os trabalhadores em oposição ao fascismo. Uma estratégia de frente antifascista foi possível e teve sua maior expressão nos movimentos de resistência ao nazi-fascismo durante a II Grande Guerra, movimento que contou com a ativa participação e apoio não apenas do setor mais importante do capital internacional, mas também com o apoio, muito significativo, de parcelas das burguesias nacionais.

Hoje, no Brasil, há uma unificação do grande capital ao redor das políticas neoliberais. Nenhum antagonismo no interior da classe dominante quando se trata da política econômica. A maior parcela da pequena burguesia, do pequeno capital, depende para sobreviver das políticas neoliberais. As únicas classes e setores de classes que têm suas existências ameaçadas pelo neoliberalismo são os trabalhadores e proletários. Além de amordaçados (por obra e graça também dos petistas e seus sindicalistas), os trabalhadores e proletários estão social e politicamente isolados na resistência ao bolsonarismo.

Por isso Bolsonaro é uma ameaça potencialmente mais perigosa do que Hitler e Mussolini. Se esta potência vai se transformar em realidade é algo que dependerá fundamentalmente da maior ou menor capacidade do governo Bolsonaro de minorar as desilusões e o descontentamento que provocará muito rapidamente, mesmo em suas próprias hostes. E, além disso, dependerá também do grau de aprofundamento da crise econômica prevista para o ano que vem.

A inoperância de uma frente democrática antifascista

Se não conhecemos nossos inimigos, também não sabemos reconhecer os nossos aliados e teremos perdido a luta já antes dela se iniciar.

Pintar Bolsonaro de fascista não apenas é uma falsidade científica; é antes de tudo a tentativa desesperada de PT e seus satélites de venceram as eleições liderando uma frente antibolsonaro que abarque de Ciro Gomes e FHC ao PT e seus satélites. Bolsonaro não é fascista; Ciro Gomes, FHC e o PT e seus satélites são apenas diferentes versões do neoliberalismo em nosso país. São todos igualmente antiproletários, antitrabalhadores: são distintas versões, mais ou menos civilizadas, mais ou menos rudes, do mesmo capital que hoje busca Bolsonaro. Por isso há tantas linhas de continuidade entre eles e Bolsonaro! Por isso Ciro Gomes pode se afastar do país, FHC pode ficar em cima do muro e Haddad pode se vestir de verde-amarelo!

Repetimos: hoje o único espaço possível na manutenção do capital é o neoliberalismo. Por isso Bolsonaro é, em tantos aspectos essenciais, uma continuidade do petismo. Por isso o combate petista e de seus satélites a Bolsonaro pode apenas se movimentar no restrito espaço de defesa do neoliberalismo e da ordem do capital. Uma rendição travestida de oposição: não irá além de aspectos cosméticos. Manterá os trabalhadores e proletários sob seu cabresto, apoiará a intensificação da exploração do trabalho, flertará com os fundamentalistas, com os “pró-vidas”, com os fabricantes de armas, com o agrobusiness; colaborará para o “aperfeiçoamento” dos instrumentos repressivos necessários à “manutenção da democracia”: uma oposição de fachada, nada mais.

Uma oposição real ao bolsonarismo tem que ser uma radical oposição ao capitalismo: apenas uma frente revolucionária, que lute contra a reação, que vise trazer os proletários e trabalhadores a uma ofensiva socialista, pode ter qualquer chance de lutar pela liberdade.

Chega de ilusões democráticas e fantasias fascistas!
No 2º turno, voto nulo neles!

+ Política

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