Quinta, 13 Dezembro 2018

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O ponto central do balanço é se essa greve foi uma greve em si, se foi motivada pela base, ou se ela foi um lockout patronal. Verificamos que a grande maioria da esquerda considerou a greve dos caminhoneiros como uma greve sim, como parte do movimento operário.

O principal ponto de avaliação para determinar o que foi, realmente, este movimento, é tentar avaliar a relação existente entre as classes sociais e os setores das classes que atuam no cenário político e social. Chama muito a atenção como as classes dominantes trataram a greve dos caminhoneiros e como trataram a greve dos petroleiros. A dos petroleiros foi imediatamente atacada pela justiça e foi proibida, assim como tem acontecido com todas as principais greves dos setores importantes do movimento operário. Em contrapartida, a greve dos caminhoneiros não foi apenas elogiada pela direita como também foi muito pouco atacada pela justiça e a polícia praticamente a apoiou. Então, o que nós deveríamos considerar é a serviço de quem está esse movimento grevista, para entender o seu caráter e quem está por trás.

As greves dos caminhoneiros e dos petroleiros foram os principais movimentos grevistas dos últimos tempos. A dos petroleiros foi rapidamente abortada pela burocracia do principal sindicato do PT, pois este não quer ter confronto com a direita e com o regime. Lula se entregou de mão beijada, sem resistência, sem chamar a mobilização, confiando na justiça, não acreditando que a conjuntura atual é de um golpe de Estado.

Golpe de Estado

 Na verdade, há um golpe de Estado que se evolui concomitantemente com o processo eleitoral e num certo sentido ele compromete as eleições, ele contamina de uma maneira tal que as eleições se transformam em um pleito golpista, para referendar o candidato do golpe. O golpe de Estado já passou pela etapa parlamentar, que foi aplicado contra a ex-presidente Dilma Rousseff, depois evoluiu para um golpe de cunho jurídico. O judiciário está ultrapassando todos os seus próprios limites e dá as cartas tanto no Congresso quanto no Executivo.

O poder judiciário é composto por uma burocracia muito bem remunerada. Como é sabido o salário dos desembargadores pode chegar a R$ 200 mil, R$ 300 mil, por meio de uma série de truques, ou seja, é 10 vezes acima do teto máximo fixado pela própria Constituição Federal, que eles burlam acumulando vários tipos de benefícios como o auxílio moradia, etc. No caso do juiz Sergio Moro as informações que têm sido veiculadas na imprensa burguesa são de que ele recebe pelo menos duas vezes o máximo permitido, o que já seria um grande absurdo.

E o golpe do judiciário já começou a engendrar o golpe bonapartista, ainda que em germe, com a intervenção militar no estado do Rio de Janeiro. Hoje, os militares cumprem um papel político de destaque no governo Temer. Não é forçoso afirmar que as decisões do Poder Executivo passam mais pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (general Sérgio Westphalen Etchegoyen), pelo Ministério da Defesa (general Joaquim Silva e Luna) e pelo Ministério da Segurança Pública (Raul Jungmann) do que pelo Presidente Michel Temer e seu “núcleo duro” da casa Civil (Eliseu Padilha), Minas e Energia (Moreira Franco) e Secretaria de Governo (Carlos Marun).

Traição da burocracia

A burocracia sindical tem como papel principal compactuar com o regime atual. Não quer saber de mobilizar os trabalhadores, não quer saber de entrar em confronto, direciona tudo para a questão eleitoral. A campanha pela libertação de Lula não é uma campanha contra a evolução do golpismo. É uma campanha para que Lula possa participar das eleições,  o que, em última análise, daria um verniz de legalidade para o processo golpista. Portanto, a atuação da burocracia é contra a classe operária porque não é contra a evolução do golpismo eleitoral.

A greve dos petroleiros durou 2 dias e foi praticamente esvaziada com um impacto mínimo. A greve dos metroviários de Belo Horizonte, por exemplo, que tem se repetido várias vezes nos últimos anos apesar das multas pesadíssimas que têm sido aplicadas contra a categoria, durou mais, quase uma semana. Fenômeno semelhante observa-se nos trabalhadores da educação, professores, que de maneira pontual, em vários lugares do país paralisam as suas atividades. O papel da burocracia é o papel de contenção das lutas, da luta de classes, da luta da classe operária, da luta das massas.

Para entender isso tem de ver como as várias forças que atuam no cenário político e social se movimentam. A burocracia sindical não faz parte da classe operária, não trabalha, por mais que ela diga que faz muito, por mais que esteja enterrada até o pescoço no meio da papelada administrativa.

A realidade é que se trata de uma camada pequeno burguesa que conseguiu o grande privilégio de não trabalhar através das liberações, e que tem privilégios a partir dos aparatos sindicais que são fortemente controlados pelo Estado burguês por meio do Ministério do Trabalho, da Secretaria da Fazenda e de outros organismos. E utilizando-se de uma série de mecanismos como, por exemplo, o imposto sindical, que está em pauta a sua retirada, mas que está sendo substituído por meio de acordos com grandes capitalistas, com as grandes empresas, conseguindo, assim, manter uma situação de privilégios.

Como tudo no desenvolvimento social, na natureza, nasce, evolui, cresce, chega a fase adulta, entra em decadência e morre, essa burocracia, essa esquerda e essa política de frente popular, que é uma política de conciliação de classes, se encontra justamente na fase final, quase moribunda. Tem pouquíssimos militantes, pois com os governos do PT ela se integrou completamente ao Estado burguês e está numa situação de derradeira decadência.

Essa análise do cenário político e social, ou como gostam de chamar os analistas mais profissionais, o xadrez da política e da geopolítica, implica  em caracterizar que a burocracia sindical tem o papel de conter as greves, isolá-las, como as recentemente feitas pelos petroleiros, metroviários e professores e de acabar com elas, justamente porque tem medo de despertar um grande movimento grevista que a ultrapasse com o surgimento de oposições classistas revolucionárias, fazendo com que perca seus privilégios.

Guerra Híbrida

Um componente muito importante também para entender o papel da greve dos caminhoneiros, que foi apoiada por essa burocracia de maneira demagógica, é a questão das chamadas "guerras híbridas". Conforme avaliamos em textos anteriores a categoria dos caminhoneiros é muito dispersa, controlada por grandes empresas, onde se tem 1/3 dessas constituídas por funcionários autônomos que dirigem os 650 mil caminhões os quais as empresas contratam fretes. Foi esse segmento que puxou a greve em torno do preço do diesel, da política de terra arrasada na Petrobras, etc.  

Aqui entra o grande ponto: se estamos avaliando os vários fatores que entram na luta de classes é lícito avaliar também os fatores principais. A burocracia e a esquerda integrada ao regime, por exemplo, não avaliam o papel do imperialismo e isso quer dizer que, para essas, o grande capital no Brasil não está atuando por dentro de um contexto geral que é o aprofundamento da crise mundial. Essa crise coloca a necessidade de se extrair o máximo da riqueza dos países para, dessa maneira, conseguir estabilizar a queda da taxa média de lucro mundial que, conforme os próprios órgãos da imprensa burguesa imperialista mundial têm afirmado, tem sido muito grande desde 2012.

Os organismos dos Estados imperialistas são muito ativos. Por exemplo, o chamado "Deep State", ou Estado Profundo, norte americano tem órgãos como a CIA, como o Pentágono, como o FBI, como a DEA, como a NSA (Agência Nacional de Segurança) e muitos outros. Se esses órgãos não estão atuando estão fazendo o quê, então? Quer dizer, qual é o papel desses órgãos? Não é justamente manter o "status quo", a ordem atual que significa o domínio do grande capital e, portanto, a estabilização da taxa de lucro?  Para isso, por conta da crise capitalista que acontece devido ao próprio funcionamento do capital, eles precisam aplicar grandes ataques contra os trabalhadores.

Aqui entra o fator das chamadas "guerras híbridas" que temos falado bastante e outros analistas também. Tem um jornalista brasileiro que atua no exterior na área de política internacional chamado Pepe Escobar que tece todo um detalhamento sobre como isso funciona, mencionando ONGs e grandes capitalistas norte americanos e ele explica como esses atuam. Muitos outros também têm falado sobre isso.

Ou seja, no Brasil nós temos uma política de "Guerra Híbrida" conforme foi desenhada nos anos 80 por Henry Kissinger que era o Secretário do Departamento de Estado e por Zbigniew Brzezinski , um alto conselheiro de Segurança Nacional. Nesse sentido eles elaboraram que, para controlar os países, além da política de terra arrasada de confronto militar, tem que ir manobrando, utilizando recursos de guerra não convencional, boicotes econômicos, meios de comunicação de massa, propaganda ideológica, etc, para instalar o caos e facilitar a condução do processo conforme os seus interesses para poder continuar mantendo o controle do País.

Aqui entra um grande ponto, muito claro da luta de classes e o papel desses organismos. Se estes quiserem ter sucesso têm de fazer um trabalho bem feito. Não pode fazer esse tipo de trabalho dando a entender que é uma questão que está sendo imposta por um organismo policial. Tem de dar a entender que é o "povo" que quer. Tem de dar a entender que é um grande movimento de massas e eles são especialistas nisso.

No golpe de Estado no Egito, contra o partido político que tinha pelo menos a metade do país, que era a Irmandade Muçulmana, numa população de 45 milhões de habitantes, eles "inventaram" que tinha 17 milhões na rua e que a população queria um golpe militar contra esse partido. É um absurdo, mas foi toda uma propaganda.

Manipulação em cima de manipulação

Aqui, na greve dos caminhoneiros, ainda que não tenhamos acesso aos arquivos da inteligência, é óbvio que houve um dedo desses organismos, como sempre tem havido em várias outras greves de caminhoneiros. Contra Allende, contra Cristina Kirchner, em vários lugares, eles foram usados, pois são uma categoria pequeno-burguesa no sentido de que trabalha autonomamente, muito dispersa e que tem um altíssimo impacto na economia.  

Um ponto importantíssimo que essa greve revelou é o que um movimento desses é capaz de fazer.  Daí é que vem a grande manipulação dando a impressão que todo o povo apoiava e, ao mesmo tempo, o que chama a atenção, que é bastante óbvio que havia a mão da direita e dos serviços de inteligência, primeiro pela repetição do mesmo expediente de "greve dos caminhoneiros” e depois porque a polícia e a Justiça apoiaram de fato.

A grande imprensa, Globo e as demais, com algumas manipulações, apoiaram. Não apoiaram muito para não incentivar outras greves. As reivindicações dos caminhoneiros eram justas. Se não, como fazer parecer que um movimento desses era uma coisa do povo, do trabalhador? É óbvio que a direita tem de levantar demandas justas, bem sentidas pela população, e impulsionar um movimento desses, sem arrebentá-lo, como a Justiça fez rapidamente com os Petroleiros e os outros, e a partir daí gerar um grande movimento golpista.

Não por acaso, na greve dos caminhoneiros nós tivemos em boa medida uma predominância de chamados à "intervenção militar", um eufemismo para “golpe militar”. Ou seja, é uma greve que independentemente de seus meandros, dos quais não sabemos os detalhes pois não temos informação confidencial sobre isso. Devemos perguntar a quem serve uma greve desse tipo? Para onde que isso conduz? Qual o objetivo? Qual o papel da classe operária nisso?

Consideramos que este foi um movimento patronal teleguiado pelos serviços de inteligência norte-americanos com objetivo de instalar o caos no país, aumentando o enfrentamento entre setores da classe dominante e tentando levantar a classe média a partir de palavras de ordem favoráveis a um golpe militar para ir preparando o caminho do golpe.

Porém, o que faltou para os golpistas foi o apoio popular ativo. Pois ainda que a população se mostrasse simpática à “greve” dos caminhoneiros, ela não se dispôs a ir com tudo para a rua, com 1 milhão na Paulista, por exemplo, apoiando a queda de Temer e favorável a uma “intervenção militar”.  Era isso que a direção do movimento queria, e foi isso que não ocorreu. Por isso o movimento enfraqueceu, dando margem para o governo manobrar obtendo a volta da “normalidade”.

Por fim, uma coisa muito importante que devemos tirar como uma das principais conclusões é que o próprio apodrecimento do regime político vai levando este, de conjunto, para a direita, para um golpe de Estado ainda mais duro, por fora do parlamento. E isso já está ficando claro na condução do processo eleitoral, com candidatos que, provavelmente, não vão conseguir concorrer, principalmente Lula. O golpismo continua se desenvolvendo para impor sobre a população a política do imperialismo que quer apertar o regime para extrair o máximo que puder do Brasil e aumentar o repasse para o grande capital, que para este é questão de vida ou morte.

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