Domingo, 20 Maio 2018

classebrasil

Estamos presenciando atualmente, um período marcado por ataques históricos de todos os lados pelo capital contra o conjunto dos trabalhadores brasileiros. A pouca resistência até agora apresentada pelo operariado a tais imperativos burgueses e o refluxo do movimento operário nas últimas décadas têm favorecido o surgimento entre não poucos militantes honestos uma psicologia política permeada pelo ceticismo e certo  niilismo, além de  relativa descrença na capacidade de resistência e novo ascenso do movimento operário.

O fim de quase todos os antigos Estados operários e a forte campanha do “neoliberalismo”, ao qual aderiu o grosso da esquerda e da burocracia sindical, fez arrefecer a confiança das massas na luta por uma política independente de todos os setores da burguesia, contra o capitalismo. O auge do “neoliberalismo” foi marcado por sua vasta propaganda ideológica anti-comunista conhecida como pós- modernismo. A política de colaboração de classes da “frente popular” no Brasil e no mundo, num importante mecanismo de contenção da classe operária. Esses fatores determinaram nos últimos anos, o retrocesso profundo no nível de consciência dos trabalhadores brasileiros e em escala mundial). O velho revolucionário bolchevique Leon Trotski, através de seu profundo “instinto” materialista dialético,  já nos havia municiado para o enfrentamento a tais momentos (passageiros) desfavoráveis que têm confundido os setores de vanguarda do proletariado: “Épocas reacionárias como a atual não apenas desagregam e enfraquecem a classe operária, isolando-a de sua vanguarda, como  também rebaixam o nível ideológico geral do movimento, fazendo retroagir o pensamento político a etapas já superadas desde há muito tempo. Nestas condições, a tarefa da vanguarda consiste, antes de tudo, em não deixar-se arrastar pelo refluxo geral: é necessário avançar contra a corrente. Se as desfavoráveis relações de forças não permitem conservar antigas posições políticas, pelo menos se deve conservar as posições ideológicas, pois nelas se concentram a custosa experiência do passado. [...] Em realidade é a única maneira de preparar um novo e gigantesco salto para a frente, impulsionada pela onda ascendente do próximo ascenso histórico.” ( Leon Trotski, “Bolchevismo e Stalinismo”)

Quais as perspectivas e tendências para a luta dos trabalhadores?

Diante da atual conjuntura que, quando é avaliada sem considerar o desenvolvimento que impõe a brutal crise do capital, é inegavelmente desfavorável, como armar o proletariado para o próximo período? O proletariado ficará prostrado diante do atual massacre “neoliberal” levado adiante por todas as frações da classe capitalista? O que esperar da nova etapa da crise capitalista e da resistência das massas, existe algum sinal de saída neste sentido?

 É inegável que a crise capitalista  atual não só não apresenta sinal de arrefecimento, como tende a se intensificar, devido às políticas de austeridade, contra as massas, que têm sido largamente azeitadas pelo governo Temer. Essa segunda onda “neoliberal” que estamos vivendo, nada mais é do que a elevação qualitativa do espólio de toda a população trabalhadora por parte do capital financeiro internacional e demais frações burguesas.

A completa privatização de praticamente todo patrimônio estatal, além da mercantilização da quase totalidade dos serviços públicos necessários à reprodução da própria vida social nas cidades, significa o desmonte total do País e a completa desnacionalização da economia. O grande capital imperialista, teleguiado desde Wall Street e afetado em cheio pela queda das taxas de lucro, ordenou à protoburguesia brasileira que o capitalismo semicolonial local tem de ser reestruturado urgentemente. Tal tarefa está relacionada ao estabelecimento por aqui, do acirramento em novo patamar, da superexploração dos trabalhadores.

A superexploração dos trabalhadores das semicolonias

Ruy Mauro Marini de forma precisa,  já havia desvendado a “necessidade” do capital imperialista no saque brutal dos trabalhadores nas semicolônias: “O aumento da intensidade do trabalho aparece, nesta perspectiva, como um aumento da mais-valia, conseguida através de uma maior exploração do trabalhador e não do incremento de sua capacidade produtiva. [...] Ele (o trabalhador) é obrigado a um dispêndio de força de trabalho superior ao que deveria proporcionar normalmente, provocando-se assim seu esgotamento prematuro;  [...] porque se retira dele inclusive a possibilidade de consumir o estritamente indispensável para conservar sua força de trabalho em estado normal. Em termos capitalistas, estes mecanismos (que além disso se podem dar e normalmente se dão, de forma combinada) significam que o trabalho se remunera  por baixo de seu valor e correspondem, então, a uma superexploração do trabalho.” ( Ruy Mauro Marini, “Dialética da Dependência”).

Essa “saída” por parte do capital, além de fazer os trabalhadores retrocederem em sua própria civilidade, somada ao arrocho “austericida”, jogará pelos ares literalmente o mercado interno e dinamitará as próprias condições de impulso econômico, fazendo com que  a crise se perpetue por longo período. Esses fatores, somados à inflação disfarçada, que tem corroído os salários dos trabalhadores empregados e dificultado a sobrevivência do exército de reserva operário e dos subempregados, será inevitavelmente um verdadeiro vulcão que logo poderá entrar em erupção provocando com suas larvas um verdadeiro caos social no interior do capitalismo dependente brasileiro, com potencial em desestabilizar boa parte da América do Sul.

O que mostram as ocupações dos sem teto?

O aumento que estamos vendo das ocupações urbanas em praticamente todo o país, é, ao nosso ver, uma embrionária tendência do acirramento da luta de classes.  Recentes dados têm mostrado que além de ter crescido o número de famílias acampadas em ocupações de sem teto, há também um novo perfil dessas famílias, corroborando que são compostas por trabalhadores que possuíam um nível de vida praticamente na média dos demais operários, mas que com a crise não puderam mais pagar seus  alugueis, sobrando como alternativa se integrar aos movimentos de resistência urbana. Portanto, tal fato é uma amostra de que os setores mais empobrecidos já estão se mobilizando, e é bem provável que seja questão de tempo para os demais setores das massas entrarem em ação. Os cada vez mais constantes rumores de greves e mobilizações, apontam também para os pequenos sinais de tais tendências para o próximo período. Nessas condições, vemos que a atual paralisia  do movimento de massas é passageiro e tem sido favorecido pelas traições da burocracia  sindical e da “frente popular” eleitoreira. 

A reestruturação do capitalismo brasileiro está inserido no contexto do estabelecimento de um novo  patamar de acumulação baseado num grau muito mais elevado da superexploração da força de trabalho e do arrocho qualitativo do nível de vida das massas. A miséria tende a se acirrar de forma histórica no País. As “saídas” buscadas pela burguesia hoje, levarão à piora da situação devido às mínimas margens de manobra do capital. Outro fator de grande importância para apontarmos as perspectivas para o próximo período é a completa decadência do regime burguês de conjunto. Todos os partidos da ordem, bem como os principais quadros políticos da burguesia estão falidos e desmoralizados. Isso tem acirrado as guerras entre as frações das classes dirigentes, enfraquecendo as condições de dominação de classe.

A análise materialista dialética da sociedade

A história tem ensinado que, uma classe não pode viver por muito tempo sem perspectivas, já que resulta em convulsões e instabilidade social. Todas as revoluções e contrarrevoluções, além dos grandes embates da luta de classes têm corroborado esse fato.

No Brasil, está se gestando atualmente, um verdadeiro vulcão social, que pode resultar na crise de dominação burguesa, se houver um levante de massas, devido ao próprio enfraquecimento da burguesia. O atual recrudescimento das ocupações dos sem tetos, que representa o principio de resistência classista dos setores mais empobrecidos, aponta essa tendência. Neste caso, ressaltamos que tais afirmações não significam em absoluto a reivindicação de sermos profetas ou videntes, mas sim de apontarmos tendências e perspectivas para o movimento operário, para o próximo período. O método dialético nos ensina a olharmos os fenômenos sempre em movimento e as transformações das coisas em seu contrário, à partir das próprias contradições internas.  Temos de olhar os encadeamentos  e mediações dentro do fenômeno e a própria totalidade.  Somente um olhar agudo sobre a totalidade, permite ao método dialético enxergar as coisas para além das aparências e as inter-relações que compõem a realidade objetiva. Dessa forma, vemos que a  dialética da sociedade brasileira, ou seja, sua dinâmica contraditória, comparada a outras experiências históricas, permite apontar tais tendências que vão no sentido de um recrudescimento da luta de classes no País, e mais ainda, caminham no sentido da ingovernabilidade burguesa. No entanto, longe do fatalismo ou impressionismo, alertamos que tudo dependerá da atuação das massas e sobretudo de sua vanguarda esclarecida e preparada para grandes enfrentamentos históricos no próximo período. 

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