Domingo, 16 Dezembro 2018

 fasubra

 

Em 2017, o Senador Garibaldi Alves (PMDB/RN) deu entrada com o Projeto de Lei no Senado (PLS 395/17) para aumentar em até 22% a alíquota suplementar no caso de déficit comprovado dos Regimes Próprios de Previdência (RPPS) dos servidores públicos das três esferas, municipais, estaduais e federal. A matéria está tramitando nas comissões do Senado Federal e está pronta para ser votada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

É mais um golpe nos trabalhadores no sentido de fazer recuperar a taxa de lucros geral das empresas, ao mesmo tempo em que não cobra dívidas que são sonegadas à luz do dia por empresários nacionais e internacionais. No momento em que está suspensa a votação da PEC 287 (Reforma da Previdência) devido à intervenção militar no Rio de Janeiro, mas sobretudo porque o moribundo governo de Michel Temer não consegue aprová-la, os golpistas querem colocar este projeto para ser votado.

Algumas entidades, diante da iminente aprovação de mais um golpe, solicitam audiências, reuniões, diálogos e orientam os servidores a votar na consulta pública disponível no E-Cidadania do Senado. Não seria muito mais o caso de mobilizar os trabalhadores nas bases e impedir tal votação, por meio de paralisações, greves de ocupação e manifestações de rua? O relator do projeto, Valdir Raupp (PMDB/RO), é um notório golpista a serviço do grande capital e mesmo que receba qualquer entidade vai levar adiante a votação se não for impedido por ampla mobilização e denúncia.

O PSL 395/2017 impõe um verdadeiro confisco no nosso já defasado salário. As direções das entidades representativas dos servidores públicos de todas as áreas têm a obrigação de deflagrar uma grande campanha unificada de mobilização para barrar definitivamente esse Projeto de lei.

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