Quinta, 22 Fevereiro 2018

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No dia 2 de fevereiro de 2018, a LBI publicou uma matéria intitulada “ALEJANDRO ACOSTA E SUA “GAZETA”: UMA FRAUDE POLÍTICA VIRTUAL PARA ENCOBRIR A REAL IDENTIDADE DE UM MEMBRO DOS ORGANISMOS DE “INTELIGÊNCIA” DO ESTADO BURGUÊS”.

Para nós do Jornal Gazeta Revolucionária (GR) não foi nenhuma surpresa porque a prática desse grupelho sempre foi de calúnias, intrigas e esquizofrenia política contemplativa, pela Internet. E tudo não passa de puro discurso “radical” sem prática alguma.

A paralisia do movimento operário e a esquerda “contemplativa” e oportunista

Com a paralisia do movimento operário a partir da década de 1980, a esquerda mundial entrou num período de ostracismo generalizado ou se integrou diretamente à “democracia imperialista”.
O que sobrou da esquerda no geral, no Brasil a título de exemplo, é, em primeiro lugar, uma esquerda que gravita em torno do ultra oportunismo do PT em alguma medida, que se dedica a buscar eleger deputados ou controlar cargos nos sindicatos e demais organizações sociais mesmo que para isso precise matar a própria mãe. Com os governos do PT praticamente todos os movimentos foram ainda mais atrelados ao estado burguês.
O resto da esquerda é hiper fraca, apenas grupos pequenos, ao estilo da LBI (sem necessariamente ter as mesmas caraterísticas alopradas), que se dedicam a ter uma existência semi vegetativa na Internet. A principal caraterística destes grupos é serem extremamente pequenos, desligados do movimento operário e terem uma militância de botequim, que, na maior parte dos casos, se centra na publicação de algumas matérias na Internet. Esses grupos confundem escrever matérias com fazer um trabalho político prático. Sem ligar a política ao movimento de massas, essa militância de botequim tem muito pouca valia e, em grande medida, não passa de pura militância intelectual burguesa.
A crise capitalista mundial avança a passos largos, de maneira contraditória. Em algum momento no próximo período, a crise deverá provocar um novo ascenso de massas em escala mundial.
A esquerda atual deverá ser toda ela ultrapassada. A esquerda oportunista deverá rachar e a parte mais ligada ao regime deverá se direitizar de maneira brutal. Os grupos contemplativos deverão todos eles ser varridos do mapa. Isso não representa nenhuma novidade, mas é o que sempre aconteceu na história. A situação se repete em escala mundial. Na China assim como em boa parte da Ásia, nem pode se dizer que exista algo parecido com essa esquerda.
O ponto central se relaciona com a configuração do movimento operário no próximo período, a retomada dos sindicatos, o surgimento de organismos de cunho soviético e a luta pela formação de um partido operário revolucionário de massas.
As teses da LBI expressadas nessa matéria são totalmente opostas às teses do Gazeta Revolucionária. Além das falsificações grosseiras e do aberto oportunismo em que nem sequer uma crítica é esboçada sobre os verdadeiros oportunistas (por exemplo os burocratas oportunistas da LPS e do PCO, onde segundo a LBI haveria “dirigentes comunistas”), a suposta infiltração desses grupos por uma nova versão de “Cabo Anselmo” é no mínimo hilária. Principalmente, porque o Cabo Anselmo foi um líder do movimento de cabos e soldados, numa época de ascenso operário, que infiltrou organizações que lutaram efetivamente contra a Ditadura Militar. Os grupos atuais não passam de mera masturbação intelectual, sem nenhum trabalho prático e que, obviamente, não aguentarão um ascenso operário por mínimo que seja.
Uma nova esquerda revolucionária deverá surgir no próximo período, mas com certeza não a partir de grupos de diletantes e da ala direita da esquerda oportunista.
A tese da LBI sobre o nacionalismo burguês não passa do requentamento da teoria dos dois campos burgueses progressivos, conforme foi expresso na mensagem que lhes enviou Roberto Bergoci, o ex militante da Liga Operária, da LBI e do GR. Roberto, na realidade, é um diletante lukacsiano que atua alinhado com o conhecido professor Sérgio Lessa, da Universidade Federal de Alagoas. Mas até aí, são só discussões escolásticas dado que não há absolutamente nenhum vínculo com o movimento operário real.

Por trás dos ataques da LBI contra o GR

Quando Alejandro Acosta rompeu com o PCO, a LBI tentou uma aproximação. Na manifestação que aconteceu em março de 2016 em São Paulo, Cândido, o principal dirigente da LBI, abordou os camaradas Alejandro e Rogério Lucena com esse objetivo. O mesmo aconteceu após o rompimento com a LPS em setembro de 2017.
A crise começou quando Roberto Bergoci, o (único) militante vegetativo da LBI em São Paulo rompeu com esta, denunciando pela Internet sua paralisia e diletância e se juntou à recém criada GR. Isso foi demais para os aloprados da LBI. A partir daí, as calúnias se sucederam. http://www.gazetarevolucionaria.com.br/index.php/bases-programaticas/programa-revolucionario/201-ao-comite-central-e-demais-militantes-da-lbi
A crise aumentou conforme GR se estabeleceu disputando o espaço da LBI na crítica à frente popular. Mas tudo isso não passa de mera diletância contemplativa, de matérias pela Internet.

Sobre a TML (Tendência Marxista Leninista) e a saída da TML da GR

A TML é o nome que João Neto (Juca) dá para um “grupo” virtual que é composto exclusivamente por ele.
Juca se aproximou do GR após o rompimento com a LPS a partir de uma série de coincidências programáticas: 
http://tmarxistaleninista.blogspot.com.br/2017/10/tendencia-marxista-leninista-ingressa.html?m=1- sexta-feira, 27 de outubro de 2017: 
“TENDÊNCIA MARXISTA-LENINISTA INGRESSA NA GAZETA REVOLUCIONÁRIA”

João Neto, o Juca, é um alto funcionário no seu local de trabalho onde existem milhares de trabalhadores. Nos seus mais de 20 anos de trabalho neste local, nunca fez efetivamente nenhuma organização de luta dos trabalhadores. Ele se encontra próximo da aposentadoria e entrou em crise quando nós do Gazeta Revolucionária colocamos como tarefas para 2018 nos esforçarmos para superar a nossa própria diletância e realizar um trabalho real no movimento operário, o que incluía em primeiro lugar justamente a atuação no local de trabalho de Juca.

De acordo com a Nota da LBI:

“a TML exigiu a retirada do texto do site da “Gazeta”, solicitação obviamente não atendida por Alejandro Acosta, sendo este o motivo central do afastamento da TML com a GR. Foi de fato o que aconteceu, tanto que a nota pública no site da TML afirma: “A TML se reorganiza e retoma suas atividades em razão de sua integração à Gazeta Revolucionária não ter se consumado por causa de divergência surgida com relação à ilusão na legalidade burguesa, demonstrada por parte da GR na prática, desdenhando os perigos inerentes ao regime capitalista, que mesmo na mais democrática das nações não deixa de ser a ditadura do capital, estruturada em cima do Estado burguês” (site TML, 21 de janeiro)...nada mais normal e coerente que Alejandro, um infiltrado dos órgãos de repressão política disfarçado de militante de esquerda como alertou publicamente a LBI há bastante tempo, patrocine ilusões na legalidade burguesa e desdenhe dos perigos inerentes que os genuínos comunistas correm no regime capitalista, como agora denuncia a TML”.

O “rompimento” do Juca com o GR aconteceu (“pra variar”) pelo WhatsApp. Ele entrou num grupo interno do GR colocando a necessidade de retirar do site o documento do Florisvaldo sobre a LPS (http://www.gazetarevolucionaria.com.br/index.php/movimento-social/238-a-minha-experiencia-na-lps-luta-popular-e-sindical-por-florisvaldo-lopes). Quando ele foi questionado quem seriam os “militantes” que o teriam procurado incomodados com o documento, Juca não respondeu dizendo que iria tratar disso na reunião. Houve um breve debate no grupo do WhatsApp e foi colocado que a matéria poderia ser retirada do site, mas dado que estava no ar havia três meses, precisaria de uma boa discussão, até para fazer a devida autocrítica, caso fosse necessário.

Posts no grupo interno do GR do Whatsapp:

20.1 às 21:29 Juca: “Camaradas, tenho recebido muitas queixas a respeito do texto-relato sobre a experiencia na Lps por causa das revelações internas da mesma. Não seria o caso de retira-lo do blog, isto e, tirar a sua publicidade, arquivando-o, apenas como do cimento interno nosso, ainda mais que essa experiência está esgotada e superada. A minha preocupação e motivada pela campanha contra nos. Saudações comunistas!”

Florisvaldo às 21:51: “Quais organizações Juca

Juca às 21:52: “Direi em reunião.”

Alejandro às 21:53: “Ok. Então melhor avaliar isso em detalhes em 3.2. Se a decisão for tirar ok. Mas seria bom saber o que estamos fazendo”

Florisvaldo às 21:55: “Concordo em reunião discutimos mais a fundo isso é despedimos.”

Juca às 21:58: confirmou com o polegar

Juca às 00:05 (21.1.2018): “Camaradas, passem bem. Eu vou seguir o meu caminho. Tô fora!”

E em seguida publicou esta nota:

http://tmarxistaleninista.blogspot.com.br/2018/01/tendencia-marxista-leninista-se.html?m=1 domingo, 21 de janeiro de 2018 - Tendência Marxista-Leninista se reorganiza.

Dá para levar a sério um comportamento hippie desses? E por que a LBI o leva a sério? Não será por que a LBI é tão diletante quanto o Juca?
O mais “estranho” é que normalmente um rompimento, numa organização minimamente séria, passa por algum tipo de discussão formal nos organismos partidários, como o núcleo ou célula, no mínimo. Agora, romper em discussões (e ainda truncadas e manipuladas) pelo WhatsApp já mostra o caráter dessas pessoas e grupos. Ainda pior, quando não há teses claras debatidas e confrontadas. Retirar um documento que está no ar há três meses é possível, mas não é óbvio que requer uma discussão séria? Até para o caso de que, mesmo que tenha sido um erro publicar a matéria, fazer a autocrítica devida?
Nós do GR temos nos esforçado para superar nossas debilidades principalmente no que diz respeito à nossa falta de inserção no movimento operário, a junção com a LPS foi especificamente com esse objetivo. Os ataques de Rui Costa Pimenta, do PCO, contra esses militantes foi exatamente para quebrar o trabalho que faziam no movimento popular, onde atuavam principalmente Alejandro e Florisvaldo.
Após o rompimento com a LPS, o primeiro objetivo foi conseguir um certo reagrupamento para em seguida voltar os esforços na tentativa de se ligar ao movimento operário.

Sobre Roberto Bergoci

De acordo com a matéria da LBI:

Roberto Bergoci, militante e articulista do próprio “Gazeta Revolucionária” (GR) até um mês atrás, nos enviou uma mensagem comentando a recente ruptura da Tendência Marxista-Leninista (TML) com a Gazeta Revolucionária (GR). Para quem não sabe, a TML dirigida por João Neto, o “Juca”, havia anunciado seu ingresso (fusão) na GR em outubro de 2017 mas já no final de janeiro de 2018 rompeu relações políticas com o grupo de Alejandro Acosta. Segundo Roberto Bergoci “Esse processo se deu em torno do artigo do Florisvaldo sobre a LPS. O Juca corretamente fez a crítica ao caráter do texto, que expunha o funcionamento interno da corrente, revela nome de militantes e etc., uma linha perigosa, que escancara um agrupamento de esquerda para a repressão. Florisvaldo é um operário inexperiente teoricamente, o comitê editorial deveria na época segurar o artigo ou então mudar a parte comprometedora do texto para a publicação, fato que não fizeram. O Juca propôs a retirada do artigo do site, fato negado pelo Alejandro e uma ala da corrente muito influenciada por ele, o que levou a ruptura. Eu tenho acordo com o Juca nessa questão, nos últimos meses, também tenho polemisado e criticado algumas posições do Alejandro que em muito se assemelham com as do morenismo, sobretudo em política internacional (recentemente polemisamos pesadamente sobre o Irã, curdos, primavera Árabe, Ucrânia, Venezuela e ex Estados Operários...em todas essas problemáticas ele se assemelha ao morenismo). Parte da militância, sobretudo os remanescentes da LPS se postam de fato, como meros discípulos passivos do Alejandro, partilhando de suas posições espontâneistas anti-leninista” (Correspondência de Roberto Bergoci para a LBI, 27.01. 2018).

O interessante dessa mensagem é que Roberto Bergoci ainda era um militante do GR que supostamente estava de férias e que tinha faltado por esse motivo às reuniões. Isso sem contar o que ainda é mais grave: essas divergências NUNCA foram expostas de maneira formal nem sequer na célula onde Roberto participava nem em lugar nenhum. A “discussão” à qual Roberto se refere não passou de uma troca de ideia pelo Whatsapp.

Roberto Bergoci enviou uma mensagem pelo grupo interno do Whatsapp (novamente, “pra variar”), do GR, em 2.2.2018 às 12:14:

“Companheiros, depois de refletir sobre os rumos e perspectivas políticas da Gazeta Revolucionária, venho comunicar meu rompimento com a corrente. Como bem ficou claro no último período, temos divergências sérias, sobretudo quanto às posições políticas a serem tomadas diante da atual conjuntura que abate o capitalismo internacional. Após fazer uma leitura atenta (até então eu não havia lido) do documento do camarada Florisvaldo sobre sua experiência na LPS, e que envolveu a ruptura do companheiro Juca, onde um agrupamento de esquerda é escancarado, facilitando o serviço da repressão, vejo também que não podemos ser coniventes com a delação em nenhuma hipótese e isso nada tem em comum com a tolerância ao burocratismo. Também vejo internamente no seio do GR, a manifestação incurável do seguidismo quase religioso, da quase totalidade do agrupamento às posições espontâneistas e morenista do camarada Alejandro, fruto de uma carência profunda de personalidade política de parte da militância. Dessa forma, comunico oficialmente meu desligamento do GR. Saudações comunista!”

Qual é a trajetória de Roberto Bergoci?

Ele foi militante da Liga Operária (organização maoísta) e no início desta década da LBI. Na LBI, nunca realizou qualquer trabalho prático; sempre ficou em total diletância, que se fortaleceu com a relação com o professor lukacsiano Sergio Lessa.
Roberto procurou Alejandro Acosta, em 2015, após o rompimento com o PCO. Ele pediu a integração ao GR em setembro de 2017 após o rompimento com a LPS. Ele sempre apresentou enorme resistência a realizar um trabalho prático na categoria onde ele atua em São Paulo. O objetivo declarado dele é deixar a categoria e participar do Coletivo Veredas.
Roberto tem bastante leitura, principalmente dos intelectuais acadêmicos, mas uma enorme tendência a não realizar qualquer trabalho prático real com o objetivo de vincular-se ao movimento operário. Seguindo a tradição lukacsiana, a tarefa colocada para superar a crise da esquerda seria “estudar a dialética”, que significa estudar Lukács.

A matéria do camarada Florisvaldo sobre a LPS

A matéria da LBI volta a colocar que: “contendo endereços de seus dirigentes, detalhes das vidas íntimas dos militantes, informações financeiras da corrente, algo aberrante nunca visto na esquerda brasileira ... revela informações preciosas de correntes de esquerda à burguesia. As informações detalhadas sobre a vida partidária da LPS, publicadas na repugnante carta de Florisvaldo, mais se parecem um extenso relatório de um informante policial infiltrado do que uma denúncia política “pela esquerda”.
Conforme já foi detalhadamente explicado no documento em resposta à crítica da LBI, publicado no jornal Gazeta Revolucionária, não há nada nessa matéria que não seja de conhecimento público. Basicamente, se trata de um apanhado de informações públicas. E o ponto mais importante é a denúncia do caráter da LPS, que representa apenas uma burocracia sindical menor que se esforça para manter o controle de dois sindicatos importantes em Belo Horizonte, realizando acordos espúrios com o PT e com empresas. Nada verdadeiramente crítico é exposto sobre a LPS que não seja de domínio público.
Sobre isso a LBI não fala absolutamente nada; até diz de maneira enfática que aí haveria “dirigentes comunistas”.

Sobre a suposta “infiltração” de Alejandro Acosta

Além da alopração de que Alejandro Acosta é fazendeiro, a LBI volta a dar crédito às calúnias realizadas pelo hiper oportunista Rui Costa Pimenta, o principal dirigente do PCO, que hoje ninguém tem mais dúvidas a serviço de quem ele atua, e dos burocratas da LPS.

No mesmo texto:

“A acusação de “infiltração” dirigida a um suposto militante da esquerda socialista é algo gravíssimo, só deverá ser lançada com farta comprovação factual e material, sob pena de denegrir a trajetória de um ativista do movimento de massas que esteja sendo acusado de forma leviana ou por uma “manobra” produto de divergências políticas no campo popular. Porém também se configura um erro de gravidade máxima omitir tal denúncia, para exercer uma conduta diplomática e oportunista no interior da esquerda socialista. Os Marxistas Revolucionários não podem tolerar a presença de agentes da repressão, travestidos de “militantes de esquerda” no ambiente de nossa trincheira de luta”

As mesmas falácias usadas na alcova pela LPS, quando não podem responder politicamente as questões colocadas em debate.

Esses aloprados seriam tão revolucionários que teriam medo de que a sua “trincheira de luta”, que não passa do site da LBI, seja infiltrado por um suposto “agente da repressão”. Na verdade, para se infiltrar nesses aloprados da LBI não precisaria nada mais do que um hacker. Se trata de uma organização de praticamente três pessoas, liderada por um delirante político.
Além da aberta sacanagem da acusação, qual seria o objetivo de alocar um agente para se infiltrar na LPS ou no PCO? O único objetivo prático somente poderia ser descobrir o vale tudo que é feito com o dinheiro, mas isso a repressão com certeza já o sabe. Ou seja, mais que uma polícia política se trataria, provavelmente, de agentes tributários ou da Receita Federal. A menos que a polícia política tenha ficado tão aloprada como os pseudos militantes da LBI.
Essas organizações não têm nada a ver com os trabalhadores. Nem têm “dirigentes comunistas” segundo as palavras dos aloprados da LBI. Ou são burocratas sindicais, no caso da LPS, ou traidores abertos dos trabalhadores, vendidos à burocracia do PT, no caso do PCO.
E infiltrar a TML do Juca, uma organização de um homem só, seria o que?
A ideia da compra de militantes por Alejandro é igualmente ridícula e abertamente mentirosa. Alejandro nunca comprou ninguém, conforme o sabem muito bem os que militaram com ele. O máximo que ele fez foi tirar dinheiro do próprio bolso para elaborar materiais, ou até para ajudar alguns companheiros, mas nunca tendo cobrado nada em troca. E, muito pelo contrário, ele foi vítima de extorsão no PCO, do qual aliás, como é sabido, são vítimas todos os militantes. E disso a LBI nada tem a dizer.
Por isso, esses ataques da LBI à nossa organização, e principalmente na figura de Alejandro Acosta, não merecem sequer ser levados a sério, pois não passam de delírios de aloprados que acham que o mundo é o que está no seus próprios delírios.
Enfim, temos confiança que, mais dia, menos dia, o movimento operário se levantará num grande ascenso contra os ataques do capital e varrerá do mapa todas as atuais organizações oportunistas, sectárias, alopradas e contemplativas, retomando seus instrumentos de luta e criando novos organismos de poder. E na certeza dessa nova situação da luta de classes, teremos melhores condições de construir o verdadeiro partido operário revolucionário.
Organizar a luta dos trabalhadores, construir o partido é a tarefa mais urgente dos revolucionários.

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