Sábado, 15 Dezembro 2018

xijinpim

A política mundial é um reflexo da crise econômica, ela tem papel de responder essa crise econômica. Nesse sentido, o que vemos é um aumento das contradições do imperialismo com as potências regionais, em primeiro lugar, mas também com as outras potências imperialistas.

Guerra comercial

Na hora que se entra nessa guerra comercial isso significa que os mecanismos impostos a partir do consenso de Washington em 1989, como Organização Mundial do Comércio (OMC), para controlar de maneira mais apertada o mercado mundial pelo imperialismo norte americano, está fazendo água.

A responsabilidade fiscal, lei de patentes, controle de tecnologia, etc., não estão dando conta de controlar o mercado mundial. O chamado Market Share, que é o percentual de participação de uma empresa no mercado regional, nacional e mundial, sempre foi um ponto que provocou grandes guerras. Agora é necessário passar para outros mecanismos muito mais duros, só que isso gerará mais reações como as que se viram, por exemplo, nas políticas da China.

A situação da China

A guerra de tarifas entre os EUA e a China é algo interessante porque, por exemplo, o último dado disponível em relação ao que os monopólios norte-americanos exportaram a partir da China foi de US$ 222 bilhões. Ou seja, uma parte desse desequilíbrio comercial entre esses países seriam os próprios monopólios norte-americanos exportando da China para os EUA, por um preço muito mais barato. Essas empresas empregam 1,7 milhões de chineses.

Aqui não se trata de que Xi Jinping ou Putin sejam defensores dos trabalhadores. Eles são defensores da burguesia. O presidente chinês fez nesses dias reuniões com altos executivos das multinacionais e podemos ver que, nesse momento, a China representa uma potência regional que busca desesperadamente se expandir e que tem um problema interno enorme porque o modelo implementado nos anos 80 está fazendo água.

Esse modelo que transformou a China numa grande exportadora de baixo custo e que ainda continua em pé, apresenta alguns problemas como, por exemplo, a redução do mercado mundial depois da crise de 2008 e o aumento do salário dos trabalhadores chineses. Ainda existem salários baixíssimos, mas não são mais os salários baixos dos anos 80, de US$ 30,00 por mês. Atualmente um salário baixo em Beijing-Guangzhou, por exemplo, já passa de US$ 200,00 podendo ir a US$ 500,00 ou US$ 1000,00 tranquilamente. Isso faz com que os preços dos produtos aumentem.

A política chinesa para contornar esse problema tem sido a de usar robôs. É o país que mais usa robôs no mundo. O problema é que robô não gera valor, mas repassa valor, como computador. Aí começam a se exacerbar as leis que regulam o próprio capitalismo em escala mundial como, por exemplo, a lei do aumento da composição orgânica do capital, o aumento das máquinas em relação à mão de obra.

Somando-se a isso temos que o Novo Caminho da Seda, como grande política chinesa, é uma política expansionista, que precisa atingir o mercado em escala mundial para poder continuar mantendo a classe operária chinesa, que tem centenas de milhões de operários, sob controle, e, por extensão, também a classe operária asiática. Se não fizer isso pode desestabilizar o país inteiro.

A China é um verdadeiro canteiro de obras espalhadas por todo o território e, se parar com estas construções vai gerar um desemprego enorme. Desemprego junto com inflação é o caldo de cultura para uma revolução. Lenin mesmo disse que não há nada mais revolucionário que a inflação.

Governo Trump: cada vez mais à direita

A crise é fenomenal em todos os sentidos e cada vez mais errática na política, porque o objetivo aqui é salvar a taxa de lucro dos monopólios a qualquer custo. Portanto, quando ouvimos falar que a esquerda está um desastre e que a direita está muito forte, devemos lembrar que a esquerda integrada ao regime burguês está um desastre, que a esquerda revolucionária tem uma atuação praticamente nula em todo o mundo, e que o movimento operário está paralisado em escala mundial. Mas isso também significa que a direita está numa crise muito pior porque não está conseguindo uma política alternativa para estabilizar o regime.

Quando se observa todas as movimentações do imperialismo norte americano, europeu, etc., verifica-se que a crise é de um grau gigantesco. E não é que o imperialismo norte americano seja mais pacífico devido à suspensão das manobras na Coreia do Sul, por exemplo, porque o que ele está tentando fazer é tentar unificar sob sua política a península coreana para poder usar isso contra a China e contra a Rússia.

Ao mesmo tempo, o imperialismo ataca em outro campo. As maiores manobras militares da OTAN desde a 2.ª Guerra Mundial vão acontecer na Noruega. O problema é que a Rússia é uma potência militar e a OTAN não se pode dar ao luxo de entrar em guerra contra essa de maneira frontal.

Não seria o caso que o imperialismo está tentando incentivar o nacionalismo para militarizar a sociedade como o fascismo faz? O que temos aqui são movimentos preparatórios cada vez mais reacionários. Ao mesmo tempo os EUA se retiraram do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas deixando para trás todas as firulas que estava fazendo em relação aos direitos humanos, que não respeitava, mas agora está tirando a máscara.

Cada vez mais são os membros mais conservadores, mais reacionários do imperialismo, que controlam o governo norte americano. O general aposentado da marinha James Mattis que foi quem liderou as tropas britânicas e norte americanas na batalha contra os iraquianos, em Fallujah em 2004, o que lhe rendeu o apelido de "Mad Dog" ou Cão Furioso, e que é o atual Secretário de Defesa dos EUA ,foi quem aconselhou os EUA a sair do Conselho de Direitos Humanos porque esse estava minando a “democracia americana”.

Crise política no Oriente Médio

A crise continua avançando no Oriente Médio porque tudo isso é um emaranhado cujo objetivo é salvar os lucros. Aconteceram as eleições na Turquia dia 24/06, o primeiro ministro Erdogan ganhou e, apesar de manter os vínculos com a Europa e os EUA, há toda uma polêmica sobre a compra dos aviões norte americanos F-35, os mais avançados de sua categoria. O governo americano queria suspender a venda porque a Turquia, com a posse desses aviões, poderia avançar mais rapidamente na aliança com a China e principalmente com a Rússia, ingressando na Organização de Cooperação de Xangai, se distanciando do eixo do imperialismo mundial.

Lembrando aqui que, conforme temos feito a metáfora, o capitalismo é uma espécie de ninho de cobras que disputa um bolo de ratos que está ficando cada vez menor. Então, as alianças são cada vez mais voláteis para manter o controle no mercado mundial. A Rússia, por exemplo, junto com o Irã apoia o governo de Bashar al-Assad, mas ao mesmo tempo mantém toda uma série de acordos com os sionistas israelenses.

Temos de um lado um grande bloco China, Rússia e Irã e, por outro lado, Arábia Saudita e Israel que, porém, não estão totalmente fechados porque Irã, Arábia Saudita e Israel são inimigos bastante contundentes.

A Rússia mantém relações próximas com a Arábia Saudita e com Israel. A China mantém relações principalmente com a Arábia Saudita que é um de seus grandes fornecedores de petróleo, e pretende começar a negociar com essa em yuanes ao invés de dólares, o que ocasionaria um grande problema com o imperialismo mundial porque, por trás do comércio do petróleo se encontram os chamados petrodólares. Estes estão na base da inundação no mercado mundial desse papel higiênico chamado dólar.

A crise na Europa e na América Latina

A crise na Europa também é fenomenal. Temos o problema da Itália constituída por um governo eurocético, quer dizer, contrário à integração europeia, e que está cada vez mais fraco porque não conseguiram impor um governo pelo Movimento 5 Estrelas e pela Liga do Norte, da extrema direita, contra a União Europeia. A mesma coisa pode se dizer sobre a evolução do governo na França. Na Espanha caiu o primeiro ministro Rajoy. Na Alemanha, que tem o governo mais forte, o governo da chanceler Angela Merkel está numa grande crise interna, do partido CDU com seu aliado da Bavária CSU, que tem aumentado cada vez mais.

No ponto da América Latina a crise na Argentina é fenomenal, com uma verdadeira bomba-relógio ali instalada e que pode explodir a qualquer momento, apesar do governo Macri ter conseguido manter o controle do país até certo ponto. Não é o modelo ideal do imperialismo, com setores da própria burguesia local se colocando contra esse. A Greve Geral do dia 25/06 contra os ataques impostos pelo governo Macri foi bastante controlada pela burocracia, que é mafiosa, mas essa greve teve um grande impacto e pelo fato de ser chamada pelos sindicatos nacionais, a paralisação foi total.

A classe operária vai entrar em movimento em resposta aos ataques do capital

Temos, em linhas gerais, que a classe operária mundial não está numa situação de ascenso, mas também temos uma classe operária nova que nunca entrou em movimento, na Ásia, principalmente na China, na Coreia do Sul onde  tem havido movimentações super parciais, na Malásia, Indonésia, Filipinas, Índia, etc., e que quando esta entrar em movimento vai balançar a luta de classes em escala mundial.

A classe operária latino americana também pode entrar em movimento rapidamente tanto na Argentina como no Brasil, sem contar a proximidade que esses países têm com a Venezuela onde a situação está caótica. A situação de crise também é muito grande no México, na Colômbia e no Equador.  Na América Central como um todo. Ou seja, é uma situação altamente vulnerável para o imperialismo na América Latina inteira.

Na Europa e nos EUA a classe operária tem avançado de uma maneira decadente devido aos deslocamentos das plantas industriais para a Ásia, principalmente. Mas o grande ponto colocado aqui, a grande reflexão, é até quando a classe operária vai ser contida devido a uma crise que não para de avançar.

E quando a classe operária entrar em movimento, essa esquerda atual, integrada ao regime burguês, vai ser totalmente ultrapassada. Surgirá uma outra esquerda. Temos de ver como isso se dará e como impulsionar esse novo movimento operário em escala mundial, mas o certo é que a política atual será totalmente reformulada e o próximo período será um período de grande ascenso do movimento operário. A classe se levantará em resposta a exacerbação dos ataques do capital.

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