Domingo, 20 Maio 2018

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Ao aprofundamento da crise capitalista nos países desenvolvidos tem se somado a crise de países atrasados, como a Argentina e a Turquia. A crise na Rússia é tão grande que o governo foi obrigado a reduzir os gastos militares em 20%, apesar da principal aposta do governo de Vladimir Putin  no setor militar.

A política tanto dos países desenvolvidos como dos países atrasados é a de aumentar o parasitismo por imposição do grande capital, inclusive porque não têm outra escolha por estarem integrados ao mercado mundial. Por esse motivo, tendem a acirrar-se as contradições de classes de maneira generalizada. Nesse sentido, houve recentemente o aumento dos preços do petróleo e a desvalorização do dólar. No caso da América Latina, foram usadas todas as denúncias da Odebrecht para começar a varredura geral do regime político atual com o objetivo de impor a contenção de gastos públicos para repassar esses recursos diretamente para os especuladores internacionais.

A crise mundial, portanto, reflete uma guerra comercial que, neste momento, se expressa numa guerra fundamentalmente entre os Estados Unidos e a China. Como toda guerra comercial e econômica tende a se transformar numa guerra política e, consequentemente, numa guerra militar. Como afirmou o célebre estrategista da época de Bismark, Von Clausewitz, "a guerra é a continuação da política por outros meios".

As guerras do imperialismo em crise

Como pano de fundo da guerra comercial entre Estados Unidos e China, Donald Trump quer que o déficit entre esses países seja reduzido em mais de US$ 200 bilhões e tem colocado nesse contexto ataques à empresas chinesas de primeira linha, como a ZTE e a Huawei , que se encontram na linha de frente do expansionismo chinês, a partir das empresas de tecnologia.

No caso do aço, Trump também aplicou tarifas contra a Europa e o Japão o que tem elevado ainda mais as contradições dos países europeus com os Estados Unidos e que coloca a pergunta se os mecanismos levantados no Consenso de Washington, como a OMC (Organização Mundial do Comércio), se encontram no fim.

As reuniões entre Kim Jon-u, presidente da Coréia do Norte, e Lee Nak-yeon, primeiro ministro da Coréia do Sul, abriram caminho à reunificação dos dois países com a benção do imperialismo. Donald Trump se reunirá com Kim Jon-u em Singapura no dia 12 de junho. Os Estados Unidos tentam controlar essa eventual reunificação para controlar a região contra a China, que é o principal alvo. A própria instalação na Coreia do Sul dos mísseis de alta altitude, os THAAD, com alcance de três mil quilômetros, com a desculpa do “perigo” iminente de uma guerra nuclear com a Coreia do Norte tinha como objetivo apertar o cerco contra a China e parte da Rússia, que já se encontra sob o cerco da OTAN (Organização do Atlântico Norte) na Europa.

Após o colapso capitalista de 2008, a China e a Rússia, que representam as duas principais potências regionais, minimizaram as contradições históricas, se aproximaram e hoje representam um dos principais eixos das contradições com o imperialismo norte-americano. A participação no chamado Novo Caminho da Seda e na Organização de Cooperação de Xangai aumenta a disputa, pois coloca uma nova divisão do mercado mundial, que tem sido disputado por meio de enormes e sangrentas guerras.

A “guerra comercial”, que tem aumentado, só pode ser o prelúdio da guerra econômica aberta, que é o prelúdio da guerra política, que é o prelúdio da guerra militar, que é a continuação da política por outros meios. A China também tem reagido às pressões do imperialismo com uma série de movimentações entre as quais o recente encontro do presidente chinês Xi Jinping com o primeiro ministro da Índia Narendra Modi. Isso é muito importante porque existem contradições muito grandes entre a China e a Índia, então há aqui uma movimentação chinesa para tentar minimizar essas contradições.

O desenvolvimento da situação política mostra que a etapa atual aprofunda a situação que Vladimir Ilich Lenin tinha analisado em 1916, no livro O Imperialismo Etapa Superior do Capitalismo. Longe de se tratar de uma época democrática, o domínio generalizado dos monopólios representa o aumento da disputa pela riqueza social, pelo controle do mercado mundial, pela contenção da queda da taxa de lucros; se trata de uma etapa de guerras, contrarrevoluções e revoluções.

A classe operária mundial se encontra semi paralisada há três décadas por causa das políticas neoliberais e a traição da burocracia política e sindical, principalmente após a queda do Muro de Berlim (1989). Mas a profundidade da crise e dos ataques, que tem na base a crescente queda da taxa de lucros, tende a colocá-la em movimento novamente, como o principal peso pesado da sociedade em escala mundial.

O Oriente Médio na linha de frente de uma guerra em larga escala

No dia 8 de maio de 2018, foi anunciado que o governo de Donald Trump abandonou o acordo nuclear com o Irã. Isso significa que a estabilização da região do Oriente Médio colocada por Obama foi abandonada. Donald Trump já não controla mais um governo. Ele é uma espécie de rainha da Inglaterra que conta pouco, que tem por trás os chamados neo conservadores. A situação tende a se desestabilizar por completo com a atuação do primeiro ministro de Israel, Netanyahu , com a atuação da Arábia Saudita e assim sucessivamente. Se trata de uma situação altamente explosiva que somente pode levar a uma nova crise de enormes proporções na região. Os mais de 60 mortos palestinos nos protestos contra a mudança da embaixada dos Estados Unidos em Israel para Jerusalém, com dezenas de milhares de manifestantes nos funerais, volta a colocar em pauta a Intifada Palestina, o que aumenta o combustível revolucionário na região.

Como resultado das eleições parlamentares no Líbano o Hizbollah, que é a poderosa milícia ligada ao governo dos aiatolás do Irã, e seus aliados tiveram um crescimento enorme enquanto os grupos ligados à Arábia Saudita tiveram perdas consideráveis. O Hizbollah foi o responsável pela derrota militar de Israel no ano 2000, quando o Exército sionista foi obrigado a se retirar do sul do Líbano, e de 2006, quando um novo ataque sionista foi repelido com relativa facilidade. O sionismo israelense representa o revolver do imperialismo apontado contra a cabeça dos povos árabes no Oriente Médio.

Em cima da crise da política do imperialismo no Oriente Médio aumentou, obviamente, o poder da Rússia nessa região e por trás dessa está a China.

 faixa de gaza

 

A Europa e o eixo China-Rússia

O aumento das contradições inclui o enfraquecimento da Europa que gravita, relativamente, em torno dos Estados Unidos. No entanto, devido à crise, a Europa se aproxima, com muitas contradições, ao eixo das potências regionais China e Rússia. É a política do salve-se quem puder (da crise capitalista) em andamento.

A Europa mantém contradições internas enormes, principalmente entre Inglaterra, Alemanha e França. Na França, a política encabeçada por  Emmanuel Macron é muito ligada à de Donald Trump . Há também a política da Alemanha, de maior independência dos Estados Unidos e maior aproximação com a Rússia e a China. Inclusive com a tendência (vontade) à construção de um exército independente da OTAN (Organização do Atlântico Norte).

Tem havido um aumento de salários na Europa, embora esse esteja acompanhado da deterioração das condições de trabalho. Na Alemanha, os funcionários públicos tiveram aumento de 4,5% e os metalúrgicos de 7,5%, com redução da jornada de trabalho, embora isso seja minimizado em grande medida pelo aprofundamento das políticas “neoliberais” que autorizam as subcontratações. Como um todo, a política da Alemanha lhe tem gerado superávits comerciais de 200 bilhões de euros por ano, mas às custas do aprofundamento da crise em outros países europeus, que avança da periferia em direção ao centro do capitalismo europeu.

Teses fundamentais sobre a crise capitalista mundial

Tese número 1: A crise mundial aumenta em cima da crise econômica que é cada vez mais brutal. O mundo como um todo se dirige a um novo colapso capitalista mundial, muito maior que o de 2008. O Brasil tende a ficar na linha de frente do novo colapso capitalista, junto com a Argentina;

Tese número 2: A crise econômica, que cada vez mais se acentua, se encontra na base da crise política em escala mundial;

Tese número 3: O imperialismo para conter a crise política e impor maiores ataques contra os trabalhadores com o objetivo de salvar a taxa de lucros, se encaminha em escala mundial a avançar por fora do parlamento, para regimes de cunho bonapartista, ditaduras burocráticas policiais, que, no caso dos países mais atrasados, colocam o exército como instrumento de primeira ordem;

Tese número 4: Para impor ditaduras burocráticas policiais o imperialismo se vale das chamadas "revoluções coloridas", que tem sido a política norte americana implementada a partir do conselheiro de Segurança Nacional Zibigniew Bzezinski, de origem polonesa, nos anos de 1980, e que tem como tática promover uma série de movimentações de massas para mudar os regimes políticos. Essa política foi aplicada, por excelência, durante a queda da União Soviética, em países como a Ucrânia, a Geórgia, a Armênia, as repúblicas da Ásia Central, na Albânia, no início da década de 1990 na Iugoslávia, e assim sucessivamente. Agora, por exemplo, está sendo aplicada no Brasil e em toda a América latina. Como instrumento dessa política, a Odebrecht foi usada como eixo para propagandear que todos os políticos integrados ao regime são corruptos e que deveriam ser tirados do cenário político e substituídos pelos supostos menos corruptos, ou, melhor ainda, por uma nova onda de ditaduras militares.

Tese número 5: As teses colocadas por Vladimir Ilich Lenin, no livro "Imperialismo Fase Superior do Capitalismo", de 1916, continuam atuais, como, por exemplo, caracterizar a etapa atual como uma época de crises econômicas, onde o momento de superação da crise é cada vez menor, de guerras inevitáveis em cima do aumento da disputa pelo controle do mercado mundial e de revoluções, porque as guerras pela divisão do mercado entre os países imperialistas são inevitáveis e levam cada vez  mais às revoluções sociais. A revolução é a irmã gêmea da contrarrevolução. Da mesma maneira que a burguesia é a irmã gêmea do proletariado.

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