Quarta, 21 Novembro 2018

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Temos observado na imprensa capitalista mundial que os Estados Unidos tenta fazer uma campanha contra o regime sírio e, a partir daí, contra a Rússia e o Irã, em cima do suposto uso de armas químicas na região localizada ao oriente de Damasco, a capital da Síria, Ghouta Oriental. O que está por trás dessa campanha?

A guerra na Síria, que aparecia durante muito tempo como o epicentro da crise no Oriente, sempre foi uma guerra que teve por trás motivos econômicos muito claros. Em primeiro lugar, em 2008, estourou a crise capitalista mundial, a maior desde a crise mundial de 1974 que, por sua vez, tinha sido a maior desde a crise de 1929.

A crise de 2008 exacerbou as contradições sociais que estouraram no elo mais fraco do capitalismo mundial, que são os países árabes do Norte da África, do Sahel, que são os países árabes localizados ao sul do Deserto do Saara, e no Oriente Médio.

As chamadas "Revoluções Árabes" estouraram, em primeiro lugar, no Oriente Médio, a partir de um fato que poderia ser considerado até como banal, em Tunis, segunda ou terceira cidade do país turístico Tunísia, quando um vendedor de uma feira é intimado por uma fiscal por estar sem licença para vender e sua mercadoria foi apreendida. Esse vendedor entra em desespero e se autoimola. Com isso os países árabes automaticamente entram em comoção.

Houve um grande movimento de massas primeiramente na Tunísia. A seguir, no Egito, onde as manifestações que começaram com 150 pessoas, em uma semana se transformaram em manifestações gigantescas, com a  adesão do movimento grevista da indústria têxtil localizado na periferia do Cairo, a capital do país, e dos operários que operam o canal de Suez. Esse movimento acabou se estendendo a outros países como Líbia e Síria e também a Bahrein, Kuwait, Iêmen, etc. Como o fôlego desses movimentos de massas foi relativamente pequeno porque não foi secundado por revoltas em outras partes do mundo, acabou ficando isolado.

Síria: revolução ou contrarrevolução?

No caso da Síria, há um debate na esquerda sobre se os acontecimentos foram uma revolução, um movimento de massas, ou se foi uma mera armação do imperialismo. De fato, o que houve foi que nos primeiros um ou dois meses houveram grandes manifestações de massas, com protestos contra os efeitos das políticas neoliberais que estavam sendo aplicadas pelo governo nacionalista burguês encabeçado por Bashar al-Assad. Devido ao desenvolvimento da crise, os próprios governos nacionalistas burgueses passaram a aplicar as políticas hegemônicas porque participam do mercado mundial.

A partir de 2008, apareceu uma grande disputa em cima de um enorme negócio que envolvia a Síria, o fornecimento de gás à Europa passando por esse país. Houveram acordos firmados entre Irã, Iraque e Síria para enviar gás que passaria pela Turquia e que, a partir daí, seria escoado para a Europa. Mas surgiu uma disputa com os sauditas e os catares que queriam transportar o gás localizado no mega campo Pars, compartilhado pelo Irã e pelo Catar, para a Europa atravessando a Síria. O gasoduto atravessaria também a Jordânia. Poderia também incluir Israel, embora que, naquele período, seria pouco provável porque a aproximação desse país com os sauditas não aparecia publicamente devido ao medo da desestabilização do regime saudita. A partir daí, se transforma numa guerra de proxies, ou de agentes.

Os grupos rebeldes sírios como a al-Qaeda, o Exército Sírio Livre e outros mais, recebiam muito dinheiro da Arábia Saudita, do Catar, dos Emirados Árabes Unidos e até da Turquia para garantirem que a construção desse gasoduto se concretizasse. O grande objetivo que estava por trás era o econômico, para viabilizar o projeto do transporte de gás à Europa, mas também de conter e até enfraquecer o bloco hegemonizado pelo Irã, que mantém sérias contradições no Oriente Médio, principalmente com os sauditas.

Conforme a guerra foi se desenvolvendo no Oriente Médio, houve, em primeiro lugar, a intervenção da Rússia na Síria, e a tentativa de envolvimento da Europa para participar do espólio que aconteceu de maneira super contraditória, principalmente por meio da França e da Itália, dessa última em escala muito menor. A intervenção russa na guerra se deu porque a Rússia detinha uma base naval na cidade-porto de Tartus, que fica localizada na província síria de Latakia,  na fronteira norte do Líbano, e que é a única base naval que tinha lhe restado no Mar Mediterrâneo. O imperialismo norte-americano já tinha "passado a perna" na Rússia no caso da invasão do Iraque e da Líbia, onde os projetos russos e as dívidas dos governos desses países com a Rússia foram cancelados. Havia uma série de contradições.

A Turquia também teria tentado tirar o governo de Al-Assad para poder controlar com mais força a região e fortalecer esse papel de intermediário no fornecimento de gás à Europa porque o grosso da sua indústria nacional, a indústria têxtil, tinha entrado em bancarrota.

A crise na Síria foi se desenvolvendo, as peças foram se movimentando e situações novas foram surgindo até chegar à situação atual em que os sauditas e os catares foram os grandes derrotados nessa guerra. Os “grupos rebeldes” apoiados por esses países acabaram sendo derrotados. A Arábia Saudita está enfrentando outra guerra fratricida, na fronteira sul, no Iêmen.

Os grandes vencedores da guerra na Síria foram, em primeiro lugar, o Irã e a Rússia e, de maneira muito camuflada, a China. O governo al-Assad conseguiu se manter no poder. A poderosa milícia libanesa, o Hezbollah, o único grupo armado que conseguiu derrotar a máquina de guerra israelense, também aumentou muito a sua força, transformando-se num fator de desestabilização da máquina belicista sionista.

Há alguns meses, foi chamada uma Conferência para a Reconstrução da Síria, pelo ministro de Economia sírio, onde os grandes participantes foram a Rússia, a China e o Irã. Isso acaba deixando de lado os Estados Unidos e a Europa, assim como as potências regionais das monarquias do Golfo, que foram colocados no papel de "jogadores" secundários. Existe portanto, uma situação muito peculiar porque a Síria produz uma quantidade muito baixa de petróleo. Antes da guerra, a produção era de aproximadamente de 300 mil barris diários, uma produção dez vezes menor que a produção do Brasil, mas o país tem um papel extremamente importante na geopolítica da região, por fazer fronteira com Israel, com a Turquia, o Líbano, o Iraque e, dessa maneira, centraliza as contradições dessa região.

No ano passado, os Estados Unidos tentaram dentro de uma política "kamikaze", desesperada, para a região, retirar, por meio de golpe de Estado, o governo Erdogan. Esse governo é contraditório porque por uma parte, a Turquia faz parte da OTAN (Organização do Atlântico Norte), mas, por outra parte, mantém relações próximas com a Rússia e com o Irã, além de ser um dos novos candidatos a ingressar à OCX (Organização de Cooperação de Xangai) liderada pelos chineses. Afinal de contas, no capitalismo, tudo passa pela busca de lucros a qualquer custo.

A Arábia Saudita ficou em xeque. Os sionistas israelenses acabaram ficando mais ameaçados e se fortaleceu muito o bloco encabeçado pela Rússia e o Irã,  com a China por trás, além da forte milícia libanesa Hezbollah participando em segundo plano. Ao mesmo tempo, há o papel da Turquia, da Síria e do Iraque nesse conjunto de contradições em que o Oriente Médio acaba se transformando.

Qual é o papel dos Estados Unidos na crise Síria?

Os Estados Unidos têm sofrido uma derrota após a outra no Oriente Médio. Durante o governo Obama, chegou a um grau de crise tão alto que para estabilizar a região, este tentou se valer de um acordo com o Irã e os russos. A política do governo de Trump tentou seguir as linhas gerais da política imposta pelos neoconservadores da extrema direita norte-americana, mas com uma dificuldade muito grande porque os Estados Unidos estão muito enfraquecidos na região, uma das mais importantes do mundo devido ao petróleo.

Os Estados Unidos estão entrincheirados no norte da Síria, numa aliança próxima com os curdos, que dominam a região, mas com contradições muito grandes com a Turquia e com a Rússia. Dentro do contexto da política imperialista mundial isso tem a ver com o controle por uma parte do Oriente Médio, o que significa o controle do petróleo e, também, do gás.

Um ponto muito importante da análise é o controle do dólar, da ditadura do dólar em escala mundial. Um dos aspectos principais pelos quais o dólar é imposto nas transações mundiais, das quais participa com mais de 65%, é porque existem os chamados petrodólares. A partir da década de 1970, principalmente a Arábia Saudita, que é o grande controlador da OPEP (A Organização dos Produtores de Petróleo), passou a vender o petróleo em dólares norte-americanos e todo o mundo foi obrigado a ter dólares para poder participar do mercado mundial e, principalmente, do mercado especulativo mundial.

No último período, a ditadura financeira norte-americana começou a  apresentar sérias rachaduras. Quando Saddam Hussein declarou que o Iraque iria começar a vender petróleo somente em euros, ele foi imediatamente atacado. O mesmo aconteceu na Líbia, com Muamar Khadafi. Mas agora estão entrando em cena os petroyuanes com transações petrolíferas realizadas na moeda local chinesa. Nesse momento, todas as transações de energia entre a Rússia e a China tem como base o rublo e, principalmente, o yuan. Os chineses estão tentando usar isso como plataforma mundial, como moeda alternativa das transações e esse é um país que consome o grosso do petróleo mundial.

Um dos grandes fornecedores de petróleo para a China é a Arábia Saudita. Essa, por sua vez, ainda transaciona dólares com os chineses mas em qualquer momento pode aumentar a pressão para que as transações sejam feitas em yuanes, o que aumentaria a desestabilização da economia norte-americana.

Os Estados Unidos hoje detém uma dívida de 20 trilhões de dólares, mais do que o próprio PIB, que seria de 18 trilhões de dólares. Para rolar essa dívida, o governo americano impõe a compra de seus  títulos aos países com quem mantém transações comerciais, basicamente o mundo todo.  Esse país representa, neste momento, um pouco menos da terceira parte do PIB mundial. Se de uma hora para outra esse domínio começar a ser colocado em xeque pelo chamado “multipolarismo” poderia estourar a hiperinflação. Como fariam para rolar a dívida e manter o fortíssimo repasse de lucros para os monopólios norte-americanos e também fazer que a taxa média de lucro desses monopólios fosse mantida? Deveria fazer uma grande rolagem de dinheiro ou teria que direcionar-se imediatamente para uma guerra de enormes proporções.

O Oriente Médio e a escala das guerras e das revoluções

O Oriente Médio se transformou hoje num dos grandes centros detonadores das guerras em grande escala que serão vistas no próximo período, levando em conta que a guerra é a continuação da política por outros meios, como disse o famoso estrategista militar da época de Bismark, von  Clausewitz. E de toda a guerra sempre surgiu o seu antípoda que está extremamente ligado a si próprio. É a unidade dialética dos contrários. Toda a guerra carrega em suas entranhas a revolução. A revolução leva também à contrarrevolução, portanto, às guerras. Para o próximo período, é justamente isso que estará sendo colocado em pauta em escala mundial.

A crise no Brasil, o golpismo, a prisão de Lula também tem a ver com a crise do capitalismo mundial porque os Estados Unidos e as grandes potências precisam, em primeiro lugar, estabilizar a sociedade, o seu próprio quintal traseiro, que é como toda a América Latina e o Brasil são considerados. Estabilizar a sociedade implica também na sua militarização, como sempre aconteceu e está acontecendo cada vez de maneira mais acelerada, por meio da ditadura do Judiciário, por exemplo, como está bem claro no Brasil. A partir dai, o imperialismo estaria preparado para ir para a guerra, porque não se pode ir para a guerra numa sociedade que se encontra dividida ou enfrentando um grande movimento grevista, por exemplo.

Neste momento, há no mundo grandes focos de guerras em escala mundial. Em primeiro lugar no Oriente Médio, mas que não é o único. A região Ásia, Pacífico e, principalmente, a China é outro foco. As regiões localizadas próximas à Rússia, principalmente a Ucrânia, é outro. É preciso avaliar a evolução da situação política na América Latina como, por exemplo, na Venezuela, que passa por uma situação dramática que está sendo relativamente controlada mas que tem a possibilidade de que estoure uma enorme desestabilização social no próximo período.

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