Sexta, 18 Janeiro 2019

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No dia 22 de outubro foram realizadas eleições legislativas nas 24 províncias  da Argentina para escolha de deputados e de senadores. Metade da Câmara dos Deputados e 1/3 do Senado foram renovados.

O macrismo venceu as eleições de lavada, tendo aumentado os votos em 8% desde as eleições presidenciais de 2015. Naquela ocasião, tinha vencido de maneira tão apertada que no primeiro mês, governou por meio de decretos até conseguir impor uma reedição da “frente única neoliberal” que tinha sido encabeçada pelo presidente Carlos Saúl Menem (1989-1999). Cambiemos, a frente macrista, passou de ser a força mais votada em cinco províncias. Pela primeira vez desde o fim da Ditadura Militar, venceu nos cinco distritos eleitorais mais importantes do País: Buenos Aires, Capital Federal, Córdoba, Santa Fé e Mendoza.

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Como pode o macrismo ter vencido apesar, de no ano passado, ter aplicado enormes ataques contra as massas? A aparência é que houve um “voto de confiança” do eleitorado aos planos econômicos e políticos do governo Macri. Na realidade, houve uma brutal campanha impulsionada pelo imperialismo que colou devido à crise do movimento de massas.

Da mesma maneira que acontece no Brasil, e também na América Latina, o pilar da campanha macrista foi a “luta contra a corrupção” que tinha como alvo a própria Cristina Kirchner e levou até prisões de ex funcionários do seu governo. A cereja do bolo foi o pedido de prisão do ex ministro de Planejamento, Julio de Vido, na mesma semana das eleições. Nada muito diferente com o que foi feito com o Mensalão nas eleições municipais de 2012, apesar do processo se encontrar, à época, parado havia oito anos. Nenhum empresário foi denunciado, pelo menos por enquanto.

As denuncias contra a família Macri foram ignoradas pela campanha da imprensa. E havia casos muito graves como as contas bancárias do presidente Maurício Macri reveladas pelo escândalo do Panamá Papers, o perdão da dívida do Correio Argentino (que envolvia pagamentos pelo Grupo Macri) e a fraude envolvendo a transferência da Macair (de propriedade do Grupo Macri) à Avianca com a concessão irregular de rotas aéreas. Foi facilitada a repatriação de divisas com o objetivo de lavar o dinheiro do grande capital e de setores argentinos, como a família do próprio presidente Macri.

Um governo abertamente pró-imperialista

No ano passado, o governo de Maurício Macri aplicou fortíssimos aumentos nas tarifas dos serviços públicos e direcionou o grosso dos recursos públicos para repasses que tinham como destino a especulação financeira.

Em dois anos a Argentina foi endividada em mais US$ 80 bilhões (o total já supera os US$ 350 bilhões) que foram destinados principalmente para pagar dívidas anteriores. Os títulos públicos que foram emitidos a taxas usurárias revelaram a submissão absoluta ao capital especulativo internacional.

Até quando irão durar esses mecanismos de rolagem da dívida e espoliação financeira? Esses mecanismos, assim como acontece em todo o mundo, têm na base as baixas taxas de juros no mercado mundial. É emitida mais dívida para rolar as dívidas anteriores o que, em grande medida, financia a fuga crescente de capitais após a eliminação das regulações financeiras. O déficit comercial recorde se explica pelo abandono da proteção comercial. As exonerações de impostos ao grande capital assim como as altas no juros da dívida pública têm aprofundado o desiquilíbrio das contas públicas (o déficit público supera os US$ 40 bilhões) em grande medida devido à pressão dos juros da dívida pública (igualzinho ao Brasil!), a desindustrialização e o enfraquecimento dos investimentos em ciência e tecnologia. O discurso macrista foi que se tratavam de “políticas para incentivar os investimentos”. As promessas são pela estabilidade, sem inflação, e o crescimento econômico. Mas se trata de uma nova fase do governo de crise que tem como objetivo escalar os ataques contra os trabalhadores. Apesar das promessas, veem os tarifaços e a reforma trabalhista. Esta deverá seguir o modelo brasileiro num primeiro momento e o modelo norte-americano a seguir, com a total liquidação dos direitos trabalhistas

O resultado da política do governo de Macri tem sido a disparada do desemprego, o forte aumento da pobreza e a paralisia da economia.

Hoje a inflação oficial se encontra no mesmo patamar de dois anos atrás, um pouco acima dos 24%. O mesmo acontece com o crescimento oficial da economia, que estaria um pouco acima dos 2,5%. Mas o endividamento externo, e o déficit dispararam conforme os “acordos” com os países imperialistas tendem a aumentar o aperto em relação ao repasse da crise capitalista.

O contrato assinado com a Chevron sobre o mega campo de Vaca Muerta não foi tornado público até hoje. Na importação de gás, a Shell tem aplicado preços usurários. O atual ministro de Energia foi presidente da Shell.

A reforma no setor de saúde tende a implodir a saúde pública. Os aposentados passaram a receber a metade e para reverter precisam se envolver em processos jurídicos muito complicados.

A integração do peronismo ao macrismo

Um dos fatores fundamentais que se encontram na base do sucesso do macrismo é a capitulação do peronismo que se incorporou à “nova frente neoliberal”. A maioria do peronismo funcionou como ala “esquerda” do macrismo.

O peronismo, um fenômeno social que tem a sua origem na crise do imperialismo aberta na década de 1940, teve uma aberta direitização no governo de Isabelita Perón (1974-1976), que se aprofundou durante o governo ultraliberal de Menen. O kirchnerismo cumpriu o papel de rejuvenescer um setor do peronismo perante a podridão generalizada, mas se trata de uma política semi nacionalista de contenção das massas que o imperialismo considera muito cara e pouco confiável dado o grau do desgaste perante as massas. Por esse motivo, dentro do contexto da política regional do imperialismo norte-americano, o kirchnerismo está sendo implodido na Argentina da mesma maneira que o está sendo o PT no Brasil.

O kirchnerismo obteve o pico eleitoral em 2011, com 54% dos votos, que, ao mesmo tempo, representou o início da queda; entrou em crise em 2013, mais ou menos na mesmo época em que o primeiro governo Dilma entrou em crise, como fruto do contágio da crise mundial. A crise, que tinha começado em 2008, com o enfrentamento com o capital financeiro rural e com o fim do controle da AFJP (Administrados de Fundos de Aposentadorias e Pensões) pelos bancos, se consolidou no racha do peronista Massa com o FpV (o kirchnerista Frente pela Vitória) que acabou vencendo as eleições em Buenos Aires.

O kirchnerismo ficou contra as cordas, como fruto da capitulação ao macrismo nos dois últimos anos. Em Buenos Aires, obteve uma votação importante, mas não se posiciona como um elemento de definição política e se encontra dividido em relação ao grau dessa capitulação ao macrismo o que representa um importante sinal de bancarrota política que poderá se tornar muito crítica no ascenso do movimento de massas. Não se espera uma oposição ao macrismo. Em 2016 e 2017 os parlamentares kirchneristas aprovaram o orçamento do governo de Maurício Macri o que implica em aprovar os mecanismos hiper parasitários da rolagem da dívida pública. Na realidade, além da política geral, há o “rabo preso” do kirchnerismo que deixou uma enorme dívida que está semi-oculta na dívida do governo federal com a Anses (Administração Nacional de Seguridade Social) e com o Banco Central, que foi contraída em dólares norte-americanos. Esse montante nem sequer é reconhecido como dívida, mas com isso, Anses pode entrar em bancarrota e deixar de pagar as aposentadorias; por esse motivo, está em marcha uma reforma.

O peronismo cuja política era um macrismo dissimulado foi derrotado nas eleições. Esse foi o caso de pelo menos três candidatos importantes: Uturbey em Salta, Massa na Província de Buenos Aires e Lousteau na cidade de Buenos Aires.

“Contrarrevolução democrática” ou rumo ao golpe militar?

A chamada “contrarrevolução democrática” avança a passos largos na Argentina. Aparentemente, seria a confirmação de que o modelo de controle do imperialismo por mecanismos parlamentares estaria se consolidando. Essa aparência se torna mais forte do que na realidade é devido a que o movimento operário está paralisado. O sindicalismo tradicional adquire na Argentina um perfil semi mafioso. A CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) se vinculou ao Macrismo. Uma das CTAs (Confederação dos Trabalhadores Argentinos) seguiu fundamentalmente o mesmo caminho, enquanto a outra, que agrupa principalmente funcionários públicos, se encontra paralisada.

A Frente de Esquerda (FIT), da qual participam o PO (Partido Obrero), o PTS e a Esquerda Socialista, obtiveram mais de 1,2 milhões de votos, similar ao de 2013. A política da FIT é abertamente eleitoreira e socialdemocrata; uma política de conciliação de classes com escassa influência no movimento de massas.

O governo Macri aparece como um governo forte, mas se trata de um governo de crise  porque as bases materiais são fracas e se encontram umbilicalmente ligadas à especulação financeira mundial. Um novo colapso capitalista mundial no próximo período levará esse governo ao colapso.

A situação é muito parecida com as eleições que levaram ao poder a Menem, De la Rúa e aos próprios Kirchner. De la Rúa foi eleito em 1999; em 2001 ele foi obrigado a fugir perante o estouro do movimento de massas que aconteceu em Buenos Aires, e que é conhecido como o Argentinazo. A Aliança entre De la Rúa e Chacho Álvarez não conseguiu conter o colapso dos mecanismos financeiros que tinham sido colocados em pé nos governos Menem: a convertibilidade do peso/ dólar. Macri precisará conter a pressão da especulação financeira mundial, o endividamento acelerado em dólares.

A política do macrismo implica na necessidade intrínseca da sua direitização. Além do aperto dos especuladores financeiros, há a submissão vergonhosa à escalada da política reacionária do imperialismo: operações militares com as forças armadas norte-americanas, acordos estratégicos com os sionistas israelenses, redução significativa das penas que pesam sobre os genocidas da Ditadura Militar, o aumento da truculência do Judiciário (que se manifestou, entre outros, na prisão da militante social Milagro Salas) e da política (que apareceu clara com o assassinato do militante social Santiago Maldonado), o aumento do monopólio dos meios de comunicação. Essa política tende a acelerar em cima do aprofundamento da crise capitalista mundial.

A crise do grande capital, que não consegue extrair lucros da produção, conduz a um novo colapso mundial, pior que o de 2008, onde a Argentina e o Brasil sairão na linha de frente. Esta é a base que colocará em movimento novamente a classe operária mundial. A burguesia será obrigada a enfrentar uma situação com grandes lutas operárias e situações pré-revolucionárias e revolucionárias. A democracia burguesa, mesmo que muito limitada, não será suficiente. O imperialismo impõe colocar em pé os métodos da guerra civil. Novas “frentes populares” poderão aparecer, mas é claro que as atuais, assim com a esquerda atual (hiper cretina e integrada à “democracia imperialista”) e a burocracia sindical serão ultrapassadas e jogadas no lixo da história. Está colocado o enfrentamento aberto entre a classe operária e a burguesia mundial.

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