Sábado, 22 Setembro 2018

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Estamos vivendo o aprofundamento da crise capitalista mundial em larga escala. Quando se avalia a situação política é fundamental avaliar a situação mundial e, principalmente, a situação do capitalismo mundial, porque da estabilidade da economia depende a estabilidade do controle político das grandes massas.

Temos falado reiteradamente sobre o estudo do Instituto de Tecnologia de Zurique, na Suíça, de 2009, que revelou que existem no mundo 150 famílias que controlam a economia. São 28 grupos financeiros que controlam as 100 maiores empresas do mundo que, por sua vez, controlam as 1100 maiores empresas, que por sua vez controlam as 30.000 maiores empresas do mundo.  

A taxa de lucros mundial tinha caído 25 por cento no período de 2012 a 2017, conforme o relatório da revista The Economist publicado na internet no dia 28 de janeiro de 2017. E continuam caindo apesar de todos os anabolizantes colocados pelo imperialismo para manter essas empresas funcionando. Ainda, as empresas com mais vitalidade são uma espécie de mortos-vivos.

A crise do neoliberalismo e o repasse de verbas públicas para os monopólios

A crise de 2008 é o reflexo de um acúmulo de crises que se sucederam desde a crise de petróleo de 1974. Para controlar esta, o imperialismo aplicou, a partir de 1980, a política neoliberal de integrar ao mercado mundial centenas de milhões de trabalhadores com salários miseráveis, primeiro os chineses e depois os da ex União Soviética. Juntamente com a entrega das empresas públicas para o setor privado e o fim dos programas sociais, que tinham estado na base de contenção das tendências revolucionárias que surgiram após a 2ª Guerra Mundial.


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Para conter a crise de 2008 o grande capital se valeu de enormes repasses de recursos públicos para as grandes empresas. Essa política começa a entrar em colapso em 2012 quando a política de inundar o mundo com créditos em cima de recursos públicos começa a engasgar, e uma nova onda começa a aparecer claramente entre 2015 e 2016, que coincide no Brasil com o impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

O grande ponto que deve ser colocado é que o capitalismo não consegue mais extrair lucros da produção, principalmente dessas 30.000 empresas mundiais, porque o desenvolvimento das forças produtivas é incompatível com a apropriação privada dos lucros. São coisas super básicas do capitalismo que a esquerda super contaminada pela ideologia imperialista esquece ou não quer saber, porque se trata de uma esquerda pequeno burguesa.

A partir de 2008, 2009 começa a ser colocado em prática, principalmente pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e pelo Japão, uma política que se chamou Quantative Easing (QE), conhecida também como "flexibilização quantitativa", que se trata do repasse em largas escalas de recursos públicos para o grande capital.

Uma das maneiras de se aplicar essa política é comprar títulos das dívidas privadas das empresas que começam a apresentar resultados desfavoráveis. Esses títulos começam a se desvalorizar, sendo vendidos no mercado por 20%, 15%, 10% de seu valor. Esses governos as compram por 100% do valor. É um repasse descarado de recursos públicos para que o grande capital continue a poder operar.

Quantative Easing (QE) ou "flexibilização quantitativa"

A Quantitative Easing (QE) teve centenas de nomes conforme repassava os recursos de várias maneiras, sem contar as compras diretas feitas para a recuperação financeira de empresas como a AIG, American International Group Inc., seguradora da especulação financeira de instituições do mundo todo. Essa política de repasses públicos diretos para o grande capital entrou em colapso porque é ultra parasitária e acabou inundando o mercado mundial com dinheiro podre.


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A política do Quantity Easing (QE), demonstra que o objetivo era utilizar as reservas norte-americanas para comprar títulos podres das empresas. O balanço da reserva federal norte-americana é de 5 trilhões de dólares nesses títulos podres comprados com dinheiro público e que cada vez aumenta mais devido à podridão desses títulos na economia.

O repasse do dinheiro público é muito conhecido. Em outubro de 2008 foram repassados 700 bilhões de dólares para resgatar as empresas. E assim tem sido feito com vários desses programas que têm nomes diferentes, são dezenas de nomes para disfarçar essas compras de títulos podres das empresas com valores 10 vezes superiores ao que deveriam ser. Isso é o que está acontecendo em absolutamente todo o mundo.

Esses títulos podres se chamam High Yields (altos rendimentos) e movimentam nos Estados Unidos aproximadamente 6 trilhões de dólares por ano. Levando em conta que a economia norte-americana é de 20 trilhões de dólares, esse número é extremamente significativo.

Acontece que a especulação financeira, que começa a ficar gravíssima a partir dos anos 90 com o neoliberalismo, entrou em crise agora porque, uma vez que continuou com o repasse do dinheiro para as empresas, teria uma série de efeitos colaterais que levariam o mundo do grande capital à bancarrota.

Além dessas compras ostensivas se tinha a política de juros de mais ou menos zero por cento. A taxa de juros baixíssima era para que as empresas e os bancos pudessem contratar empréstimos a quase zero por cento e aplicar na especulação financeira e, dessa maneira, obter lucros obscenos.

Só que tudo tem efeitos colaterais. E quais foram? Até 2014 a reserva federal, além das taxas de juros zero para o grande capital, estava repassando por meio desses programas de compra de títulos podres 80 bilhões de dólares por mês.

O Banco Central Europeu, nesse momento, está repassando de novo 80 bilhões de euros por mês. E o Banco Central japonês estava repassando de 50 a 60 bilhões de ienes por ano. Ou seja, são repasses descomunais para compensar o fato de que as empresas não conseguem mais extrair lucros da produção devido às contradições da lei do capital.

O endividamento generalizado dá a tônica da crise do capital

Existe um medidor eletrônico instalado na Sexta Avenida, em Manhattan, Nova Iorque, que mostra em tempo real a dívida nacional dos Estados Unidos, que nesse momento já ultrapassa 21,3 trilhões de dólares. No governo Bush essa dívida começou com US$ 3 trilhões, com o governo Obama em 2008 passou para US$ 6 trilhões e agora se encontra em US$ 21,3 trilhões. Ou seja, o que demorou para acumular em 200 anos, desde a independência americana, cerca de 3 trilhões de dólares, demorou 40 anos para atingir esses US$ 21,3 trilhões.

Para quem fala que o imperialismo, o capitalismo, é superforte, deveria refletir um pouco sobre esses números. Além da dívida pública geral temos, por exemplo, a dívida por cidadão, que estaria em aproximadamente US$ 65 mil.


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O déficit fiscal do Estado norte-americano está em US$ 800 milhões. O déficit do Medicare, que é o programa de saúde que Obama implementou para impedir uma explosão social no país, está em US$ 1 trilhão. Seguridade social mais US$ 1 trilhão. O orçamento oficial da Defesa, US$ 150 bilhões, sendo que uma parte desses números não são contabilizados porque são providos principalmente para a CIA para implementar as operações que são de terrorismo de Estado.

Há toda uma série de números. O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos é de US$ 20,5 trilhões, o gasto público é de US$ 7 trilhões e o orçamento federal é de US$ 4 trilhões. A dívida geral chega a 71 trilhões de dólares. Dívida imobiliária 15 trilhões de dólares, dívida dos cartões de crédito 1,5 trilhão, etc. A dívida geral norte-americana segundo esses dados que são pouco conservadores, equivaleria mais ou menos a um PIB mundial, quer dizer, equivaleria a tudo o que os países produzem em um ano. Tem déficit fiscal, déficit com a China, importações de petróleo, etc. É uma situação totalmente catastrófica.

O endividamento, que é generalizado, reflete o capitalismo ultraparasitário em crise. A evolução da dívida começa desde a guerra civil americana (1861-1865). Passa pela 1ª Guerra Mundial, com a Europa financeiramente quebrada, e um crescimento americano. E depois da crise dos anos 1930 e da 2ª Guerra Mundial, os Estados Unidos repassaram uma boa parte dessa dívida para o mundo e temos a situação atual, onde a dívida disparou totalmente numa situação em que a economia se encontra num estado de parasitismo brutal, gigantesco.

A inundação de títulos podres caracteriza a especulação financeira

A partir de 2014 a Reserva Federal precisou suspender essa política. O Banco Central Europeu e o Banco Central japonês também estão parando com esses repasses absurdos porque, devido à crise do capitalismo, o número de títulos podres tem aumentado muito.

E como se faz para impedir a inundação exagerada do mercado com esses títulos sem que o negócio imploda? Porque esses títulos são semelhantes àquelas promissórias que a pessoa física entrega e não consegue pagar. Vamos dar um exemplo bem popular: você compra uma TV numa loja e depois não consegue pagar, então essa loja vende a dívida para uma Factory, empresa de cobrança, por um valor menor. Vamos supor que a dívida é de R$1 mil vende para a Factory por R$ 500, falta um pedaço. Aí a Factory começa a negociar com outros e vira algo que na prática não tem nenhum valor.

Aqui acontece a mesma coisa. Os bancos centrais compram esses títulos podres pelo valor cheio e vendem no mercado de títulos podres. E o que acontece? Em 2011 a taxa de juros que o mercado pagava era de 15%. Naquele momento era algo como 6 trilhões de dólares. Em 2016 chegou a cair para 3% e agora o capital fica entre a espada e a parede.

Então, aumentam a taxa de juros para evitar que trilhões implodam e comecem a afetar essa questão de dinheiro fácil para as grandes empresas e no mundo, ou deixam implodir. Esse aumento da taxa de juros nos Estados Unidos tem a ver com segurar esses trilhões de dólares em títulos podres. Está também relacionado aos derivativos financeiros que é o grosso da especulação financeira.

Existem vários estudos publicados na internet explicando o que são os derivativos financeiros, aplicação financeiras que “derivam” de outros valores. Basicamente seria assim: começam a negociar títulos de várias fontes como dívida imobiliária de escrituras, dívida de estudantes, dívida das empresas, dívida pública, etc., e começam a agrupá-las como se fossem fundos que depois se transformariam em fundo de fundo, de fundo, e são colocados no mercado financeiro mundial para grandes investidores.

Essa venda é feita como se fossem apostas em um cassino. Daí vem um grande especulador financeiro, normalmente são fundos de pensão, fundos imobiliários, fundos coordenados por grandes bancos, etc., e compra essas apostas.

As seguradoras financeiras as mantêm inativas para que algum outro especulador possa ser atendido no prazo combinado para o resgate do título. Um aposta num determinado resultado, enquanto outro aposta em resultado diverso, até que, de uma hora para outra, há uma grande implosão desse negócio, como aconteceu com a seguradora norte-americana AIG em 2008, que desencadeou uma enorme crise imobiliária que se espalhou como efeito dominó pelo mundo.

Essa especulação financeira, hoje, movimenta mais ou menos dez vezes a economia "produtiva" mundial que estaria em torno de 75 trilhões de dólares por ano. Portanto, os derivativos financeiros movimentam de 600 a 800 trilhões de dólares por ano.

O parasitismo na economia brasileira

A economia capitalista não é uma economia tão forte, tão superior, não é nada disso. É uma economia muito fraca que obriga o capital a se movimentar dessa maneira porque o grande capital não consegue se localizar no setor produtivo, dado o brutal grau de parasitismo.

Hoje vemos todos os fatores desse sistema que implodiu em 2008, se reproduzirem, só que numa escala maior e com os chamados países emergentes colocados na linha de frente, com um grau de podridão muito maior.

A especulação financeira no Brasil começou a adquirir um grau mais podre a partir de 2009, quando os fundos de renda fixa começaram a apresentar derivativos, o que é um negócio hiperpodre. Fica mais difícil investir em algum fundo porque todos têm derivativos financeiros. Toda essa dinheirama podre brasileira tem como fundamento a especulação com a dívida pública.

Após uma série de estudos, a Auditoria Cidadã concluiu que em 2017 40% dos gastos governamentais foram repassados de várias maneiras para pagamento dos juros e amortizações da dívida pública. Comparando com o que é destinado aos outros setores é possível entender por que não tem dinheiro para a saúde, não tem dinheiro para a educação, não tem dinheiro para absolutamente nada.

E esses números contêm muita manipulação porque, por exemplo, não se gasta 25,66% com a previdência social, gasta-se muito menos, mas o imperialismo impõe a privatização desta, baseado nesse número.

Existe manipulação nos números da previdência rural, no dinheiro proveniente de impostos federais que deveria ser destinado para a seguridade social, mas que nunca aconteceu, etc. Essa manipulação no Brasil que pode parecer meio agressiva, de 40% para pagar uma dívida podre, ocorre no mundo inteiro. Por exemplo, na Grécia o governo paga mais de 50% em amortização da dívida.

No Brasil, existem outros esquemas de roubalheira, de desvio de dinheiro público, por meio de uma série de mecanismos, como por exemplo os grandes bancos especulativos que nem sequer têm trabalho no Brasil, e que são chamados "Primary Dealer" (Revendedor Primário), compram do governo dinheiro público e cobram 2,5 por cento somente para repassá-lo aos demais especuladores. Essa corrupção real, legalizada, permite que os grandes especuladores recuperem em um ano o que investiram e ainda continuem lucrando por mais três anos.

Segundo a direita, a imprensa golpista e parte da própria esquerda, essas operações fraudulentas seriam perfeitamente normais.

A crise atinge a China e os países emergentes em cheio

Essa situação de crise no mundo todo acabou levando a toda uma série de movimentações que afetam a estrutura do sistema capitalista mundial. Isso está por trás da guerra de tarifas de Trump que tenta repatriar capitais para os Estados Unidos, mas é muito difícil porque quase 45% das exportações da China não são de empresas chinesas, mas de multinacionais norte-americanas, fundamentalmente, e europeias, que exportam mercadorias muito mais baratas para os Estados Unidos.

Todos esses sistemas estão com os dias contados. Os salários da China aumentaram muito, apesar de que tem uma faixa de salários muito baixa. Tem a robotização. São todos mecanismos de alta crise.


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As duas políticas chinesas, o “Novo Caminho da Seda”, que são vias rápidas para aumentar a circulação de mercadorias para a Europa, e o “Made in China 2025”, que tem por objetivo impulsionar seu desenvolvimento tecnológico, demonstram que a China, submetida ao aprofundamento da crise mundial, está tentando desesperadamente se converter numa potência imperialista para salvar os lucros e evitar um grande ascenso do movimento de massas.

É um país enorme com 1,4 bilhão de habitantes. A ideia de que tem muitas greves, de que está cheia de rebeliões, não corresponde à verdade. Em Pequim, por exemplo, uma cidade com mais de 22 milhões de habitantes, a polícia nem sequer anda armada. Nas três cidades classificadas como nível 1, Beijing, Xangai e Cantão, e em outras menores, houve a diminuição da pobreza em larga escala. O apoio principal ao governo chinês vem da classe média.  As movimentações que ocorrem são basicamente corporativas.

Essa situação de crise econômica à beira da explosão de uma bolha financeira coloca em risco em primeiro lugar os países emergentes. Está acontecendo na Argentina desde o governo Kirchner. No governo Macri a Argentina entrou em colapso e quase quebrou há dois meses atrás e teve de ser resgatada pelo FMI por US$ 50 bilhões. Isso não vai conseguir tirar a Argentina da crise, que continuará caminhando para uma crise maior. A mesma coisa o Brasil. Mesma coisa a Turquia. O endividamento das empresas turcas é algo em torno de US$ 360 bilhões. Na China o endividamento é de quase 20 trilhões de dólares.

Quantity Tightening (QT) ou "Aperto Quantitativo"

Atualmente existe a política que se denomina Quantity Tightening (QT), "Aperto Quantitativo", que consiste em retirar dinheiro do mercado mundial, seja euro, dólar, etc., porque a política anterior estava levando o capitalismo ao colapso. O que é absolutamente normal porque toda a crise capitalista mundial, desde a primeira, que aconteceu em 1847, produz um grande enxugamento de forças produtivas.


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Desde março de 2018 o imperialismo está entrando com uma nova política abertamente recessiva e que vai deixar a vida muito mais complicada para países chamados emergentes, como o Brasil. O endividamento em dólar das empresas está sendo espoliado até às últimas, por meio da imposição da entrega das riquezas nacionais ao capital internacional superparasitário. Isso vai ter consequências, vai ter explosões, porque nos Estados Unidos, por exemplo, estão sendo adotadas medidas abertamente protecionistas do capital nacional contra a própria China. A mesma coisa acontece na Austrália, na Alemanha, na França, etc.

Quer dizer, essa questão de "liberdade" no capitalismo não existe. Na verdade, o capital não consegue superar os suprimentos normais e avança a passos larguíssimos para uma enorme crise. A política recessiva vai deixar os trabalhadores, durante um certo período, numa defensiva ainda maior, mas em algum momento isso vai explodir. Não é uma política de geração de emprego, mas de exatamente o contrário, uma política de arrebentar com todo mundo, de levar todo mundo à insatisfação.  De uma hora para outra estoura um grande colapso como o de 2008, só que agora deve atuar com maior força. E isso vai levar a grandes convulsões.

Por fim, conforme Lenin explicou no livro "Imperialismo, Etapa Superior do Capitalismo", de 1916, a época dos monopólios, a junção entre o grande capital industrial e o capital bancário, é uma época em que os períodos de estabilidade são exceção. O normal é o período de crise que cada vez deve se transformar em períodos de crise mais permanente. Isso leva ao aumento das contradições intercapitalistas, às guerras.

As guerras são a contrapartida da revolução. Tudo indica que o capital mundial está indo para um grande colapso. Significa que isso seja o fim do capitalismo? Não, porque o capitalismo precisa ser derrubado por uma revolução operária, mas também significa que fica mais fraco. O caldo de cultura para a formação de partidos operários revolucionários ficará muito mais facilitado porque é mais fácil falar com os operários quando estão dentro de um ascenso, ou em grandes manifestações, etc., numa situação pré-revolucionária, do que quando estão paralisados e com medo.

Para o próximo período, portanto, o que está colocado é o confronto aberto entre a burguesia mundial de conjunto e a classe operária mundial.

Nacional

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