Sábado, 15 Dezembro 2018

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A Diretoria da FENTECT (Federação Nacional dos Trabalhadores da ECT) anunciou uma reunião que acontecerá no dia 5.12.2018. Essa reunião não pode acontecer em ritmo de férias e simplesmente para fazer firulas em ritmo de Natal e Carnaval para, mais uma vez, trair os trabalhadores.

A burocracia que controla a FENTECT, assim como os demais setores da burocracia, devem saber que as últimas eleições legalizaram a pior fraude dos últimos 90 anos e que praticamente tudo o que constava nos Atos Institucionais da Ditadura Militar já está em pé no Brasil hoje. Devem saber que Lula foi condenado por meio de um arcabouço jurídico inconstitucional, aprovado pelos próprios governos do PT sob a pressão do grupo da direita que passou a controlar o partido, denominado Mensagem ao Partido.

Após Lula, os próximos da lista serão esses burocratas. Por que? Eles não teriam prestado ótimos serviços à Empresa e ao governo? Sim, mas eles são muito caros para a política que o novo governo busca aplicar, que passa por extrair até a última gota de sangue dos trabalhadores para entregar o País para os especuladores financeiros. E o poder de contenção das lutas pela burocracia é cada vez menor, dado o crescente repúdio das bases à sua política traidora.

A matéria publicada pelo SINTECT-MG no dia 3.12.2018, “Novo presidente nos Correios e a velha política. Organizar a luta Já!” representa uma mudança na política, mas que precisa ser aplicada, a começar na reunião de 5.12.2018. http://sintectmg.org.br/582/novo-presidente-nos-correios-e-a-velha-politica-organizar-a-luta-ja

  1. Eixo ordenador de luta contra o governo: “FORA BOLSONARO E O GOLPE MILITAR!”
  2. UNIFICAR A LUTA da categoria (sob risco dos trabalhadores dos Correios serem massacrados).
  3. Convocação de uma REUNIÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS CORREIOS (CONREP Ampliado ou Congresso emergencial) que deve acontecer em SÃO PAULO, que é o coração da Empresa, e que precisa ser aberto a todos trabalhadores, inclusive os terceirizados, para elaborar um plano de lutas para o próximo período. Devem ser chamados trabalhadores de outras categorias também.
  4. ORGANIZAR A LUTA JÁ!

Implica no entendimento sobre a gravidade da situação colocada contra os trabalhadores pelo novo golpe militar.

  1. CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DOS CORREIOS, na prática, é preciso exigir do seu atual presidente General Juarez Cunha:
  2. a) Abertura dos livros contábeis (com ampla exposição pública);
  3. b) Fim das terceirizações;
  4. c) Fim das agências franqueadas;
  5. d) Estatização de todos os serviços postais;
  6. e) Contratação imediata de pelo menos 120 mil trabalhadores concursados.

Fora Bolsonaro e o Golpe Militar!
Por um Congresso (emergencial) dos trabalhadores dos Correios! (em São Paulo e aberto a todos os trabalhadores)
Por um plano de lutas amplamente discutido pelos trabalhadores!
Não à privatização!
Fim das terceirizações!

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