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O PT como ala esquerda do regime

Domingo, 15 Abril 2018 00:00

ptesquerda

O grosso da esquerda brasileira tem origem no desenvolvimento da esquerda mundial que apareceu na década de 1980, muito influenciada pela queda do bloco soviético e que, no Brasil, acabou se consolidando em cima do PT (Partido dos Trabalhadores). Essa esquerda resultante se integrou totalmente ao regime imperialista por meio da frente única imposta por este para impor o neoliberalismo como a política de contenção da queda da taxa de lucros em cima da crise aberta com o colapso capitalista de 1974. No Brasil as políticas neoliberais foram aplicadas tardiamente, durante os governos de FHC, quando já haviam estourado grandes revoltas em países que as tinham aplicado anteriormente como, por exemplo, na Venezuela, em 1989, com o chamado Caracazo.

O PT foi o grande pivô da aplicação das políticas dos governos de FHC que começaram com as “Câmaras Setoriais” impulsionadas pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, encabeçado pelo mega pelego Vicentinho. O próprio PT quando assumiu o governo, em 2003, se converteu num fator de estabilização do Brasil e do capital mundial. Quando o PT começou a ser apeado do governo tentou, como partido, canalizar o movimento de massas para a institucionalidade imposta pelo imperialismo, para conchavos e acordos com a direita e o próprio imperialismo. Tanto foi assim que durante o impeachment de Dilma Rousseff, o próprio Lula foi o especialista nisso. Ele chegou até a se entrincheirar num quarto de hotel em Brasília para tentar projetar esses conchavos, que não deram certo porque havia uma política maior por trás, mais importante para o imperialismo, imposta pela crise, e Dilma acabou sendo retirada do governo de qualquer maneira.

A política de conciliação de classes do PT continua a ser mantida porque há um fator que, para a cúpula do PT e para a burocracia política de todos os partidos petistas e não petistas que estão dentro da frente política, é o caráter de classes, a base material dessa política. A burocracia sindical e a burocracia dos movimentos sociais representam camadas de parte da pequena burguesia cujos elementos estão totalmente integrados ao regime para salvar os próprios privilégios. Nesse sentido, qual é o problema colocado? Para salvar os próprios privilégios,  precisam manter a integração ao Estado. Quando o PT fez convocações de protestos como, por exemplo, aconteceu em março de 2015, conseguiu manter o controle sobre o movimento de massas mas os protestos começaram a se tornar gigantescos como os que aconteceram no dia 30 de março de 2015. O PT tentou dosar essas manifestações para não ser ultrapassado, mas ficou com muito medo de perder o controle.

bushlula

A política dos governos do PT gerou algumas contradições, embora  pequenas, com o imperialismo. O PT impulsionou, por exemplo, no setor militar, a construção do submarino nuclear e o desenvolvimento de uma política de defesa própria com a aquisição dos caças suecos SAAB que iriam permitir a importação de tecnologia militar para o Brasil. Também houveram acordos com o Irã, com a China e com a Rússia. As empresas brasileiras se expandiram na América Latina e na África. Foram construídos o Porto Mariel em Cuba e o submarino nuclear pela Odebrecht. Houve a tentativa de impulsionar a base de Alcântara, que agora está sendo entregue para os americanos, para a colocação em órbita de satélites. Havia, portanto, algumas coisas em que o PT estava aplicando uma política nacionalista relativamente tímida mas que, pelo tamanho do Brasil, eram bastante críticas para o imperialismo conforme a crise acelerou.

O imperialismo até tolerava essa situação por conta da necessidade de manter estabilizado o país que, com uma dimensão continental, se acha numa posição importantíssima na própria América como um todo. Manter a estabilidade implicava num custo. Nos governos Lula, 150.000 sindicalistas foram cooptados em cima de cargos de chefia nas empresas públicas e nos ministérios. Todo o movimento social foi cooptado com o repasse de dinheiro proveniente dos ministérios. O Movimento dos Sem Terra (MST) acabou paralisando por completo a reforma agrária.

O governo do PT, que também aplicou fortes programas sociais, manteve a estabilidade, conseguiu conter o movimento de massas com a crise aberta pelas políticas neoliberais mas, a partir da crise mundial de 2008, também entra em crise. Conforme Lula falou, a crise chega  ao Brasil como uma "marolinha" mas, logo a seguir, esta começa a se desenvolver no mundo inteiro. Em 2012 acaba fracassando a tentativa de contê-la através de enormes volumes de recursos repassados, principalmente, para o consumo, para manter a economia funcionando.

A queda dos governos do PT

A situação de alta crise no Brasil foi evoluindo até as eleições de 2014 porque a burguesia imperialista estava dividida. Barack Obama e Angela Merkel apoiaram a reeleição de Dilma e a maioria da burguesia nacional também porque tinham medo de que a substituição do governo do PT pudesse gerar uma desestabilização, num país extremamente importante na região e no mundo. Por isso acabaram apoiando a reeleição apesar dos movimentos de "Não vai haver copa", "Contra Dilma" etc. Em 2015, a crise acelerou ainda mais e a burguesia, como um todo, foi se unificando para depor Dilma Rousseff.

Por que Dilma acaba sendo deposta? Não se tratou de um problema moral. Ela foi deposta porque não estava mais conseguindo aplicar as políticas impostas pelo capital mundial. Da mesma maneira é o que tem acontecido, no último período, com todos os governos de frente popular que estão caindo um atrás do outro, ou sendo colocados contra as cordas.

Estamos vendo isso acontecer no Equador, com Rafael Correa, onde seu sucessor, Lenin Moreno, está se opondo a ele numa política bastante pró imperialista. A pressão contra a Venezuela, que é uma situação bastante sui generis é mais uma demonstração nesse sentido ao mesmo tempo que mostra o enorme temor do imperialismo em relação a uma explosão social no País, onde uma parte da população se armou após o golpe militar fracassado de 2002. Os acontecimentos no Chile, mostararam o governo da Concertación", que é um governo da esquerda pequeno burguesa e burguesa, ser vencido novamente pela direita encabeçada por Rafael Piñera. A Frente Ampla no Uruguai está sendo colocada totalmente contra as cordas com uma campanha idêntica à levada no Brasil contra a Petrobrás, com acusações sobre a empresa de petróleo uruguaia, ANCAP, pelo envolvimento com a corrupção de seu candidato para as eleições do próximo ano, Raúl Sendic. Este teria amplas possibilidades de vence-las porque apresenta as características típicas de um candidato burguês, como a juventude, só que aqui no caso, sendo de esquerda.

A esquerda burguesa é muito pressionada pelo imperialismo pela incapacidade de conter a crise e o movimento de massas, porque se tratam de frentes populares em uma situação de semi falência, o que é normal porque tudo na vida social nasce, cresce, se desenvolve e morre. Esses governos se encontram em situação falimentar. Obviamente existe um grande poder de contenção do movimento porque controlam os organismos de massa, como os sindicatos e movimentos sociais, que são organismos históricos que foram criados durante décadas e centenas de anos de luta e que, neste momento, se encontram atrelados totalmente ao Estado.

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O que temos no Brasil, neste momento, contextualizando a situação mundial, não é nenhum problema moral e muito menos jurídico, mas da sobrevivência do capital. O imperialismo norte-americano, no contexto da exacerbação das contradições com a Europa e com as potências regionais, principalmente com a Rússia e mais ainda com a China, busca impor uma maior espoliação maior de recursos no seu quintal traseiro, justamente por ter um maior controle da região, pois precisa estabilizar a taxa de lucro dos monopólios que está em franca queda.

A revista The Economist, que funciona como um grande observatório mundial do imperialismo, uma revista com mais de 150 anos, um dos mantras do capital especulativo, na edição do dia 28 de janeiro de 2017, dizia que, nos últimos cinco anos, a taxa de lucro média mundial tinha caído em 25%. Por isso, a margem de manobra do imperialismo caiu e muito.

Lula, quando assumiu a presidência da República, em 2003, nada mais fez do que receber uma passagem de bastão dos tucanos, dos dois governos de FHC, que tinham entregado o Brasil de maneira ampla, que tinham gerado um aumento das contradições sociais que se expressou numa maior debilidade no contágio da crise que tinha sido aberta no final da década de 1990 e no início da década de 2000, na Turquia, no México e na Rússia, depois nos chamados "Tigres Asiáticos" em 1997. A crise da Argentina em 1997, e depois em 2001, deixou o Brasil numa situação extremamente delicada. O movimento grevista e de massas tinha avançado muito e havia um risco de desestabilização social muito grande para a burguesia nacional e imperialista.

A verdadeira origem dos governos do PT

 Lula e a cúpula dos tucanos foram aos Estados Unidos em 2002, junto com a cúpula do PSDB, para pedir a bênção a nada menos que a George Bush Junior para que Lula assumisse a presidência sob a promessa de que todos os acordos impostos pelo imperialismo seriam mantidos. Isso aconteceu de fato. Conforme o próprio Lula falou, "os banqueiros nunca ganharam tanto dinheiro como nos governos do PT". O problema é que o PT também aplicou políticas que geraram algumas contradições com o imperialismo mesmo sem deixar de lado a política do imperialismo, ao dar uma certa autonomia ao Brasil como nação. Por exemplo, durante os governos do PT, os bancos se fartaram de ganhar dinheiro, mas esse partido também impulsionou grandes empresas nacionais como a Odebrecht e outras construtoras.

É verdade que o PT não chegou nem de longe a reconsiderar ou reavaliar as privatizações horrorosas que tinham sido feitas anteriormente, como a da Vale, que tinha sido vendida por 1,5% do seu  valor com empréstimos contraídos no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) e da Petrobrás, que teve 40% das ações vendidas na Bolsa de Nova York, ao preço irrisório de US$ 7 bilhões. E assim aconteceu com todas as privatizações realizadas pelos governos de FHC. O PROER e o PROES, que envolviam a privatização dos bancos públicos, também foram muito escandalosos, assim como o foi a privatização do setor elétrico e outras.

Os governos do PT, posteriormente, mantiveram, em cima de concessões, a continuidade do processo de privatização. O próprio governo Dilma, quando entrou numa situação de descontrole total, em 2014 e, principalmente, em 2015, esteve disposto a entregar a Petrobras e privatizar a Previdência Social, em acordos com os próprios tucanos. Essas negociações estiveram em andamento até com o próprio Senador tucano José Serra.

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O golpe de Estado no Brasil está se encaminhando para um golpe militar. Toda a campanha imperialista contra a corrupção anunciada na imprensa elitista está fazendo com que aumentem as tendências fascistas. Como a campanha da corrupção propagandeada na imprensa,  a qual recai em sua maioria sobre o PT, muitos pequenos burgueses despolitizados entram nela, reforçando assim o fascismo. Em contrapartida os partidos da esquerda pequeno burguesa recorrem à “democracia” burguesa e ao aparato do Estado para investigar os ataques fascistas, principalmente os ataques que ocorreram contra a caravana do PT pela região Sul do país.

O que essa esquerda esquece é que as mentes pensantes dos fascistas estão ocupando cargos dentro do Estado burguês. Esse fato veio a se confirmar com a negação do habeas corpus a Lula e o pedido de prisão decretado pelo agente imperialista Sérgio Moro. Ou essa esquerda perde a ilusão na “democracia burguesa e suas instituições” ou terá que enfrentar os trabalhadores que começam a entender a quem serve o estado burguês e sua justiça. Por outro lado, a ilusão da esquerda pequena burguesa se mantém devido a seu interesse em cargos dentro do aparato do Estado, com isso garantir as migalhas caídas da mesa do capitalismo, principalmente as que caem da mesa do imperialismo norte-americano que é quem manda na colônia denominada Brasil.

A  covardia desses pequenos burgueses é tamanha que eles esquecem que foram eleitos pela classe trabalhadora.

Aos trabalhadores resta perder a ilusão nas eleições, afinal não vai ser elegendo e reelegendo esses traidores da classe operária que será possível mudar alguma coisa em prol da nossa classe.

Os que gerenciam o Estado não passam de representantes do patronato e é a eles que servem. Aos trabalhadores o Estado mal proporciona o necessário para a sua subsistência, assim como o patronato só lhes paga o salário necessário para a alimentação e vestimenta, afinal o trabalhador não pode andar nu e sem se alimentar não é possível repor a força de trabalho que será explorada no dia seguinte.

A libertação da classe operária da exploração só será possível quando os trabalhadores adquirirem consciência e criarem o partido operário revolucionário, que deve ser controlado por todos para que não se perca ao longo do caminho e se venda à burguesia, como vários partidos que se diziam revolucionários se perderam.

Com a criação do partido revolucionário aqui temos que buscar vínculo com outros trabalhadores de outros países, pois a revolução tem que ser mundial. É quase impossível que a revolução aconteça em um só país devido ao risco de uma contra revolução por parte dos capitalistas. Porém se acontecesse a revolução no Brasil, por exemplo,  essa se espalharia por toda América Latina e influenciaria até alguns países subdesenvolvidos da África e da Ásia. Há que se perguntar por que a revolução operária não deu certo em país nenhum do mundo? A resposta já foi explicada acima, a revolução deve ser mundial caso contrário corre-se o risco que o capitalismo assuma novamente o poder por meio da contrarrevolução. Esse país isolado ainda corre o risco de ser boicotado pelo capitalismo como algumas experiências já vividas, por exemplo, em Cuba.

Por um longo período a Revolução Russa deu certo e, após essa, vários outros países aderiram ao comunismo criando assim a UNIÃO SOVIÉTICA, porém com a morte do principal revolucionário russo, Vladimir Ilich Lênin, assumiu o poder soviético um militante da ala burocrática do partido bolchevique, Josef Stálin pondo a perder todos os ideais da revolução. Na década de 90 o Estado Soviético caiu com a guerra fria.

Temos que partir desses exemplos para criarmos o Partido Revolucionário controlado por todos os trabalhadores da cidade e do campo.

Pelo Fim do Capitalismo!
Pela Criação do Partido Operário Revolucionário!
Pela Socialização dos Meios de Produção!
Pelo Fim da Exploração do Homem pelo Homem!
Socialismo Já!

147 ANOS DA COMUNA DE PARIS

Segunda, 19 Março 2018 00:00

 
Por Florisvaldo Lopes, operário da construção civil e militante do Jornal Gazeta Revolucionária

A Comuna de Paris (1871) teve início após a derrota da França na Guerra Franco-Prussiana. A organização dos trabalhadores tomou o poder na França, instalando o governo operário. Em apenas 72 dias em que os operários estiveram no poder, fizeram mais que a burguesia em dois séculos de governo. Abaixo a lista dos principais decretos do governo operário:

  1. O trabalho noturno foi abolido;
  2. Oficinas que estavam fechadas foram reabertas para que cooperativas fossem instaladas;
  3. Residências vazias foram desapropriadas e ocupadas;
  4. Em cada residência oficial foi instalado um comitê para organizar a ocupação de moradias;
  5. Todas os descontos sobre os salários foram abolidos;
  6. A jornada de trabalho foi reduzida, e chegou-se a propor a jornada de oito horas;
  7. Os sindicatos foram legalizados;
  8. Instituiu-se a igualdade entre os sexos;
  9. Projetou-se a autogestãodas fábricas (mas não foi possível implantá-la);
  10. O monopólio da lei pelos advogados. O juramento judicial e os honorários foram abolidos;
  11. Testamentos, adoções e a contratação de advogados se tornaram gratuitos;
  12. O casamento se tornou gratuito e simplificado;
  13. A pena de morte foi abolida;
  14. O cargo de juiz se tornou eletivo;
  15. calendário revolucionáriofoi novamente adotado;
  16. O Estado e a Igreja foram separados; a Igreja deixou de ser subvencionada pelo Estado e os espólios sem herdeiros passaram a ser confiscados pelo Estado;
  17. A educação se tornou gratuita, laica e compulsória. Escolas noturnas foram criadas e todas as escolas passaram a ser de frequência mista;
  18. Imagens santas foram derretidas e sociedades de discussão foram adotadas nas igrejas;
  19. A Igreja de Brea, erguida em memória de um dos homens envolvidos na repressão da Revolução de 1848, foi demolida. O confessionário de Luís XVIe a Coluna Vendôme também;
  20. Bandeira Vermelhafoi adotada como símbolo da Unidade Federal da Humanidade;
  21. O internacionalismo foi posto em prática: o fato de ser estrangeiro se tornou irrelevante. Os integrantes da Comuna incluíam belgas, italianos, poloneses, húngaros;
  22. Instituiu-se um escritório central de imprensa;
  23. Emitiu-se um apelo à Associação Internacional dos Trabalhadores;
  24. O serviço militar obrigatório e o exército regular foram abolidos;
  25. Todas as finanças foram reorganizadas, incluindo os correios, a assistência pública e os telégrafos;
  26. Havia um plano para a rotação de trabalhadores;
  27. Considerou-se instituir uma Escola Nacional de Serviço Público, da qual a atual ENA francesa é uma cópia;
  28. Os artistas passaram a autogerir os teatros e editoras;
  29. O salário dos professores foi duplicado.

A primeira grande vitória da luta dos operários representa um dos grandes exemplos de como um governo operário é o melhor caminho para o bem estar de todos!

Enquanto os trabalhadores estiverem submetido à exploração da elite burguesa, o máximo de independência que podemos alcançar não passa de ter um pouco mais de dinheiro que outros trabalhadores. Para a burguesia, isso é o máximo que pode ser liberado para um trabalhador! Vale lembrar que a resistência dos operários da Comuna de Paris, foi uma iniciativa voluntária. Os operário, naquele momento, não estavam organizados; não tinham um partido próprio! Mas, mesmo assim, governaram Paris por 72 dias e só foram derrotados devido à aliança de toda burguesia europeia, principalmente a alemã que, para derrotar os operários de Paris, liberaram os prisioneiros de guerra franceses. A Comuna de Paris deixa marcado na historia que se os operários se unirem serão capazes de derrotar as bases deste sistema opressor denominado capitalismo.

Com a revolução dos operários da Comuna, chegou ao fim a era de domínio das monarquias e da Igreja em boa parte da Europa.

A história mostra que onde os operários chegaram a derrubar a burguesia e impuseram um governo próprio, o avanço nas questões sociais foram enormes. Foi assim na França com a Comuna de Paris. Foi assim também na Rússia com a Revolução de 1917. E graças às lutas operárias históricas, hoje o operariado mundial tem algum direito! Porque se os operários forem depender das migalhas da burguesia, esta organiza seus governos para usar a máquina do estado como seu protetor, para proteger seus bens e sua economia.

Hoje o operariado economicamente submetido à burguesia não pode dominar politicamente, sem quebrar as corrente que lhe prende ao capital.

A Comuna de Paris levou em frente essa luta política. Os operários destruíram essas correntes, quando derrubaram as bases de domínio da burguesia, adotando medidas como as 29 citadas acima.

Nacional

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